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Esportes

Com paralisia cerebral, jovem de Aquidauana é convidado para jogar na Seleção Paralímpica e vai para os EUA

Sonho do jovem é ter uma cadeira motorizada para ter mais independência.

5 JUL 2013 - 09h13min
redação
Sempre com um sorriso no rosto e pronto para ajudar os outros é como Oilson Roberto de Souza, 26 anos, que tem paralisia cerebral, é definido pelo amigo e professor de educação física, especializado em educação especial, Lázaro Antônio de Sena, 31 anos. O professor conta que apesar de todas as dificuldades impostas pela deficiência, Oilson não se abate. E graças a a garra, o jovem que poderia estar reclamando por aí, como a maioria das pessoas faz, vence obstáculos diariamente e em breve vai representar o Brasil na Copa América, nos EUA.
 
Oilson joga bocha adaptada paralímpica desde os 12 anos. Ele é tetra campeão centro-oeste, bicampeão brasileiro e graças aos bons índices alcançados no esporte foi convocado para integrar a Seleção Brasileira de Bocha Adaptada.
 
Já como atleta da Seleção, vai para os EUA, entre os dias 2 e 9 de agosto, representar o Brasil na Copa América. Mas, antes, em 25 de julho viaja para São Paulo para treinar com os esportistas da Seleção Brasileira. 
 
Lázaro conta, que o jovem começou a frequentar a Pesstalozzi ainda menino. De início a ideia era estimular a coordenação-motora. Mas, aos poucos foi-se traçando novos caminhos, e Oilson foi inserido no ensino regular, concluiu o ensino médio e hoje orgulha quem o rodeia com tantas conquistas.
 
Apesar da dificuldade na fala, ele consegue se comunicar e é só sorrisos quando o assunto é o esporte que o ajudou a superar parte das limitações. Com a bocha, o jovem conheceu Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, São Paulo e prepara as malas para a primeira viagem internacional.
 
Entretanto, mesmo com toda a garra as dificuldades não foram totalmente vencidas. O jovem o professor têm obstáculos continuar treinando e tocar os projetos para frente por causa dos escassos recursos financeiros. Lázaro conta que o paraesporto é pouco reconhecido, não apenas em Mato Grosso do Sul, como em todo o país. Por isso, patrocínios são praticamente inexistentes.
 
Ele revela que Oilson supera as batalhas graças ao apoio da Pestalozzi de Aquidauana, mas se houvesse uma associação paraesportiva na cidade, o trabalho poderia ser mais intenso e produtivo. Este é o sonho do professor que precisa de apoio de empresários para concretizar a ideia.
 
Já o desejo do aluno é uma cadeira motorizada para ter mais independência. Por isso, se alguém puder colaborar para a concretização desses sonhos é só entrar em contato com a Escola Pestalozzi pelos telefone (67) 3241-4106, falar com Tamara ou com o próprio professor Lázaro, no telefone (67) 9233-9312.
Uílson e Lázaro se preparam para novas conquistas.

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