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Geral

Com recuperação de estradas vicinais, Estado também inicia programa de manutenção de pontes de madeira

25 MAI 2013 - 10h10min
Notícias MS
Para garantir o total escoamento da produção, o governo do Estado mantém permanente os serviços de manutenção e recuperação de pelo menos 12 mil quilômetros de estradas vicinais. Um trabalho semelhante deverá ser iniciado pelo governo do Estado para garantir a boa conservação das pontes de madeira.  
 
Segundo o secretário de estado de Obras Públicas e de Transportes, Edson Giroto, serão contratadas 18 equipes para realizar a manutenção constante das pontes de madeira. ?Esta iniciativa é para ter o ano todo pontes de madeiras recuperadas e com isso não haja a interrupção do tráfego e do escoamento da produção. É um programa do governo do Estado que foi planejado desde o ano de 2007 e para que até o final de 2014 tenhamos estradas estaduais em situação de boa a ótima, coisa que nunca foi feita na história de Mato Grosso do Sul?, afirmou.
 
As pontes de madeira no estado totalizam 20 quilômetros. De acordo com o balanço, somente nesta administração já foram construídas pelos menos 100 pontes de concreto, o que vem garantindo agilidade no escoamento da produção com a garantia na qualidade do produto e de chegada ao seu destino final.
 
Manutenção para escoar
 
Nas estradas vicinais por onde escoa a produção do estado, o trabalho das equipes das 17 regionais da Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos (Agesul) tem sido constante. A manutenção segue um cronograma estabelecido diariamente por cada unidade e o objetivo é rodar até quatro vezes durante o ano na mesma região. Estes roteiros são definidos por fiscais e subordinados da Agesul.
 
Os serviços compreendem na reconformação do aterro da plataforma das estradas vicinais, limpeza lateral, drenagem, lombadas para proteção dos leitos e o encascalhamento dos pontos mais críticos, espalhando o cascalho em toda a superfície da estrada a ser trabalhada e que foi previamente preparada e compactada. De acordo com Edson Giroto, o Estado contratou empresas para melhorar o sistema de drenagem destas rodovias não pavimentadas.  
 
Nas estradas de leito natural [construída em primeira abertura e sem atendimento às normas rodoviárias] os serviços são mais criteriosos, principalmente por causa das chuvas, procurando estabelecer um sistema intermediário para drenagem, abrindo as saídas d?água e criando lombadas. Mais de 50% destas rodovias contam entre 12 e 15 metros de largura entre cercas, dificultando desta forma a manobra de patrolas e caminhões. Nas estradas vicinais comuns a margem é de 40 metros.
 
Conforme o secretário de estado de Obras Públicas, todo este trabalho começou em 2008 quando o Estado ainda não tinha um plano de manutenção constante das rodovias e de pontes. ?Nos deparamos com uma Agesul totalmente desmotivada e equipamentos sem manutenção. Não havia valor de custeio definido para o serviço. Não havia preocupação com cabeceiras de ponte para não ter erosão e programas de roçada para melhorar a visibilidade das rodovias?, lembrou.
 
Com um programa que fixou o custeio dos serviços de manutenção e recuperação, além da terceirização da mão de obra para operar máquinas e garantir agilidade, o Governo do Estado criou algumas equipes de emergência e fez um redimensionamento do grupo de funcionários para uma quantidade de rodovias a serem cuidadas e regionalizadas pelas 17 unidades da Agesul.
 
Das máquinas do antigo Dersul que restaram, o governo iniciou um programa de auxílio aos municípios cedendo por um período estabelecido. Esta parceria com as prefeituras também continua com auxílio nas estradas municipais, além de cessão e doação de máquinas importantes para a manutenção de vias de transporte escolar e estradas por onde trafegam comunidades e que precisam se deslocar para atendimento médico.
 
Edson Giroto ressaltou que nos primeiros anos do governo, havia problema no escoamento da produção com produtores que reivindicavam. ?Hoje as rodovias pavimentadas contam com serviço de tapa buraco constante e processo de manutenção razoável. Nas estradas vicinais temos uma situação boa por meio dos serviços de patrolamento e de cascalhamento dos pontos críticos. Com isso tenho plena convicção de que as rodovias estaduais [pavimentadas e não pavimentadas] melhoraram 100%?, concluiu.

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