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Geral

Russos avaliam situação sanitária no Brasil para definir importação

6 SET 2007 - 10h12min
mnp

Uma comitiva do serviço veterinário da Federação Russa ficará por 20 dias no Brasil para avaliar a situação sanitária.
 
A informação é do secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Inácio Kroetz, que se reuniu nesta quarta-feira (05) com os técnicos russos e acrescentou que as análises de campo deverão começar na segunda-feira (10).


A delegação, com 20 pessoas, também ajudará a definir uma plano de trabalho com o objetivo de preparar o primeiro memorando de entendimento sobre regras sanitárias entre os dois países. "Eles vão examinar nossa capacidade de diagnóstico e laboratorial, controles da produção de insumos, a situação epizoótica [serviço de sanidade animal], nosso sistema de inspeção e o programa de controle e erradicação da brucelose e tuberculose", disse Kroetz. A Rússia, atualmente, compra carne bovina do estados de Goiás, Mato Grosso, Rio Grande do Sul, São Paulo, Tocantins e Roraima. Já a carne suína é importada de Mato Grosso e do Rio Grande do Sul.


O secretário lembrou que além dos países da União Européia, o maior mercado isolado para a carne brasileira é a Federação Russa. Nos últimos meses, países como a Inglaterra e a Irlanda têm promovido discussões em favor do embargo à carne brasileira.


Na terça-feira, cinco deputados do Parlamento Europeu iniciaram uma campanha para banir da região a carne bovina brasileira, sob a alegação de risco à saúde após os registros de febre aftosa no país. Para Inácio Kroetz, a avaliação dos parlamentares não se baseia em dados concretos: "Isso é fruto de uma investigação clandestina realizada aqui no Brasil e é absolutamente desprovida de crédito, porque não é oficial, não respeitou qualquer parâmetro".


O secretário também adiantou que o Brasil deverá investir US$ 750 mil por ano, até 2011, no combate à febre aftosa na divisa de Mato Grosso com a Bolívia.


Os recursos sairão do Fundo para a Convergência Estrutural do Mercosul (Focem).
 
"É a forma encontrada pelo Brasil para cooperar com os países vizinhos que têm problema com a aftosa. Nós não teremos um Brasil livre e seguro enquanto o vírus circular na América Latina", disse.

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