Bonito

Semana começa com 46 casos confirmados e 13 pessoas curadas

Entenda a evolução da doença no município

01/06/2020 10:30


O município de Bonito já tem 13 pessoas curadas do Covid-19, conforme boletim epidemiológico da Secretária Municipal de Saúde, divulgado nesta segunda-feira (1). Desde o dia 7 de maio, quando foi confirmado o primeiro caso positivo da doença, 119 de pessoas foram testadas na cidade, sendo grande parte delas, funcionários do Frigorífico Franca Comércio de Alimentos e parentes ou pessoas próximas.

Das 46 pessoas que testaram positivo para doença na cidade, apenas o caso do idoso não está relacionado ao frigorífico. Como já noticiado, ele fez uma viagem a São Paulo para tratamento de saúde, onde contraiu a doença e ao retornar para Bonito, já não estava mais na fase de transmissão.

Outras 67 suspeitas já foram descartadas e 6 casos permanecem em investigação.Todos os pacientes apresentaram apenas sintomas leves e ninguém, até o momento, precisou de internação.

Entenda o salto nas notificações

No dia 22 de maio foi realizada uma ação no Frigorífico, por orientação do Ministério do Trabalho, onde foram testados todos os trabalhadores que estavam no local. Dos 48 moradores de Bonito, 15 apresentaram resultado positivo, fazendo os casos confirmados saltarem de 16 para 31.

No decorrer da semana seguinte, vários familiares e pessoas próximas a esses novos casos foram testadas, resultando em mais 9 casos positivos no dia 27. Novamente iniciou-se o processo de rastreamento, para identificar possíveis contaminações e foi constatado um caso em comércio do município.

O local foi fechado e todos os funcionários testados, resultando em apenas mais uma contaminação. A orientação das equipes epidemiológicas estaduais foi para que o comércio permanecesse fechado por sete dias e todos os colaboradores isolados.

Esse período, segundo a secretária municipal de Saúde Lívia Maria Silva de Oliveira, é para cobrir uma ‘janela de contaminação’, uma vez que o teste rápido não detecta especificamente o novo coronavírus, mas sim os anticorpos produzidos pelo organismo depois de a infecção ter ocorrido.


Assessoria