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06 de dezembro de 2019
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Pesquisa

Acadêmica Terena apresenta pesquisa que envolve a dança da mulher indígena

A dança Sipu’trina, ou Putu-putu torna-se tema de pesquisa no curso de Letras – UEMS – Unidade de Jardim

22 NOV 2019 - 15h35min
Da Redação

A acadêmica Terena, Glaucenir Miranda dos Santos, do 4º ano de Letras – UEMS – Unidade de Jardim, defendeu pesquisa na área de Letras, no dia 20 de novembro. O Trabalho de Conclusão de Curso, sob o título, “As marcas de subjetividade em testemunhos de experiências de linguagem: a dança da mulher indígena Terena, Sipu’trina, Putu-putu, da Aldeia Água Branca de Nioaque – MS”, emerge de muitas vozes das mulheres Terena que enunciam sobre os significados feminina.

O foco central está em valorizar os testemunhos de anciãs da comunidade indígena da de Nioaque – MS sobre os sentidos semânticos da dança na vivência da prática dos valores Terena e da conquista da Terra, mesmo diante de dificuldades vividas. Os resultados das análises apontam para a necessidade em valorizar a tradição e manter a valorização da dança para as jovens Terena, nos diferentes territórios, destacando a ligação direta entre língua materna e as inúmeras manifestações de linguagem.

A defesa da futura profissional da área de Letras, Terena, ocorreu no Auditório da Unidade de Jardim, o ato iniciou-se ao som da flauta executa por um índio Terena. A acadêmica indígena realizou a apresentação do TCC e a banca composta pelas Profª Drª Adélia Maria E. Azevedo (orientadora da pesquisa), profª Drª Sandra Cristina de Souza e a profª Drª Rita de Cássia Aparecida Pacheco Limberti procederam as considerações avaliativas sobre a pesquisa. Representantes das Aldeias Taboquinha, Água Branca e Cabeceira – Nioaque estiveram presentes no Auditório da UEMS – Jardim para prestigiar o evento.

Após a leitura da Ata de Defesa e demais procedimentos, realizou-se a saída do espaço interno, ao som da dança das mulheres Terena, para o ambiente externo, onde as jovens estudantes da Escola Indígena Laureano - Nioaque, sob a responsabilidade da indígena, Rosilene Ojeda, procederam a dança Sipu’trina, Putu-Putu. Glaucenir Terena e a professora orientadora, Profª Drª Adélia Maria E. Azevedo, também somaram à dança. 

É a UEMS responsável por conceder espaço institucional às epistemologias dos povos ameríndios. Os testemunhos da mulheres Terena são vozes que ecoam e se constituem marcos históricos da diversidade para a sociedade de Mato Grosso do Sul.

 

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