Não deu para o Beckham, não deu para o Príncipe William. Eles perderam para Yelena Isinbayeva, a russa recordista mundial de salto com vara, estrela da delegação do país eleito para sediar a Copa de 2018.
“A sensação foi a mesma de quando ganhei nas Olimpíadas de Pequim, com o nervosismo até poder gritar”, disse Yelena Isinbayeva.
O primeiro-ministro da Rússia, Vladimir Putin, só viajou para Zurique depois do anúncio. Na véspera da votação, ele havia declarado que a eleição da Fifa era inescrupulosa. Agora disse que, na verdade, se referia à presença de chefes de governo pressionando a Fifa. Numa alfinetada nos rivais, Putin disse que a tática dele é que deu certo porque venceu. Serão 13 estádios, apenas um na parte asiática do país.
A segunda escolha é que mais surpreendeu. Depois de levar a Copa para o continente africano, a Fifa quer ser pioneira de novo e quer ser a primeira num país muçulmano: Catar.
Na hora do anúncio, houve emoção da comitiva. O país promete ar condicionado nos estádios para ninguém sofrer com o calor e apenas sete estádios com menos de 100 quilômetros de distância entre eles.
Rússia e Catar, o que esses países têm em comum? Jamais receberam um Mundial e tem o craque capaz de garantir a realização de um megaevento: dinheiro.
Fonte: G1 / com informações do Bom Dia Brasil
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