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Justiça condena cinco pessoas por morte de casal

Crime ocorreu no dia 04 de julho do ano passado. Uma das vítimas estudava em Aquidauana.

17 ABR 2013 - 15h10min
redação / Aníbal Placêncio
Cinco acusados de envolvimento no assassinato do casal Alberto Raghiante Junior e Luzia Barbosa Damasceno Costa, ocorrido em julho do ano passado, foram condenados à prisão em regime fechado. A decisão é do juiz titular da 5ª Vara Criminal de Campo Grande, Juliano Rodrigues Valentim, e foi publicada nesta terça-feira (16) no endereço eletrônico do TJ-MS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul).
 
O crime ocorreu na Rua Três Barras, em frente ao Grêmio 8 de Abril, no Bairro Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, em Campo Grande. O casal foi rendido quando estava dentro do veículo de Alberto, um Hyundai Azera, e levado para um matagal. Alberto e Luzia foram mortos com tiro na nuca, e os bandidos levaram o veículo para o Paraguai.
 
A maior pena foi aplicada contra Neidinaldo do Nascimento da Silva. Responsável pelos disparos que mataram o casal, ele foi condenado a 32 anos, oito meses e 27 dias. Além dos crimes de latrocínio, ele foi julgado por tráfico de drogas e associação para o tráfico.
 
O réu Antonio dos Santos Vaes, que, mesmo dentro do presídio de segurança máxima, ordenou a ação dos bandidos, foi condenado à pena de 30 anos de reclusão e 163 dias multa pelo crime de latrocínio.
 
Julielton Aparecido Gonçalves e Sidney Portilho da Silva, que estavam em outro veículo e davam suporte aos comparsas, também foram julgados pelo crime de latrocínio. O primeiro foi condenado à prisão de 25 anos e três meses, além de 97 dias-multa. Já o segundo, como tinha menos de 21 anos no dia do crime, teve a pena reduzida para 21 anos e 15 dias, mais 81 dias-multa.
 
Marcelo Araújo Santos foi condenado a oito anos, um mês e três dias de reclusão, além de 1.209 dias-multa, pelos crimes de tráfico de drogas e associação ao tráfico.
 
Vítimas
 
Alberto Raghiant era empresário conhecido na Capital e proprietário da Arquivoteca de Campo Grande. A jovem Luzia Barbosa era estudante do curso de História da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), campus de Aquidauana.

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