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23 de Julho de 2017
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Saúde

Mudanças na indústria de fast-food poderia ajudar na redução dos níveis de obesidade

5 JUL 2017 - 17h41min
Rhobson

Toda caminhada começa com o primeiro passo. Pode até parecer frase feita, mas ela se aplica totalmente quando se trata de reeducação alimentar. Muita gente foge ao ouvir estas palavras por não entender que todo este conceito está ligado diretamente com o que se consome no dia a dia. E não é preciso uma mudança radical para conseguir atingir bons resultados.

Uma dieta radical pode funcionar, mas aquela que é feita através da introdução de novos hábitos, de maneira gradual, tem muito mais chance de dar certo e ser efetivada durante toda a vida, fazendo com que a pessoa mantenha o peso que considerar ideal, ao invés das velhas e conhecidas “sanfonas”, engorda e emagrece continuamente.

Com a obesidade em níveis sem precedentes no Brasil – quase 19% da população adulta – até mesmo os provedores de fast-food começaram a oferecer alternativas menos calóricas. O McDonald’s, por exemplo, ampliou seu cardápio, e introduziu inúmeras saladas, além de frutas. Há também a possibilidade de pedir um café ou água ao longo do dia, muito melhor do que as bebidas açucaradas. Além disso, as crianças também têm agora a possibilidade de escolher opções mais saudáveis, como tomatinhos  ao invés de batatas fritas.

A rede Subway também estendeu suas ofertas mais benéficas à saúde, onde o cliente escolhe as verduras e complementos de seus sanduíches. Além disso, também oferece uma ampla variedade de saladas para àqueles que estão numa dieta mais restrita em função de algum problema ou simplesmente evitando carboidratos.

Até mesmo os serviços de entrega de fast-food estão oferecendo opções menos calóricas. O aplicativo PedidosJá, por exemplo, possui um leque de alternativas muito bom, um dos mais pedidos é o delivery de sushi já que a culinária japonesa é considerada uma das mais saudáveis que existem.

O próprio Ministério da Saúde, em ação conjunta com a Organização Mundial de Saúde, vem normatizando o setor de alimentos processados – aqueles em que o consumidor Jam compra a comida congelada, só precisa esquentar no forno ou microondas – fazendo com que os fabricantes diminuam a quantidade de sódio dos alimentos.

Apenas em 2016, foram retirados mais de 1 tonelada e meia de sal dos produtos oferecidos pelo setor. Esta quantia absurda aumentava tanto o nível de obesidade quanto os riscos de derrame cerebral e hipertensão dos consumidores. Pequenos gestos podem fazer muita diferença.

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