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27 de Junho de 2017
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Operação Cerberus

Facção criminosa desmontada pela PF planejava resgate de preso em MS

Nesta manhã, a Polícia Federal iniciou operação para cumprir mandados de prisão preventiva, condução coercitiva e bucas e apreensão

13 JUN 2017 - 07h43min
Da Redação

A Polícia Federal de Três Lagoas em ação conjunta com a Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen) e com o Batalhão de Choque da Polícia Militar, deflagrou na manhã desta terça-feira (13), a Operação Cerberus que investiga organização criminosa especializada no contrabando de armas e que planejava realização de um resgate de preso.


Aproximadamente 30 policiais federais e 20 policiais militares do Choque estão cumprindo três mandados de condução coercitiva, um de prisão preventiva e quatro de busca e apreensão expedidos pela 1ª Vara Criminal de Três Lagoas. Os mandados estão sendo cumpridos na cidade de Campo Grande, onde o grupo planejava realizar o resgate do presidiário.


Os investigados podem responder pelos crimes de formação de organização criminosa, posse e comércio ilegal de armas de fogo de uso restrito e fuga de pessoa presa, cujas penas somadas podem chegar a 28 anos de prisão. As investigações tiveram início em março, quando o líder da facção, de 31 anos, orquestrou tentativa de fuga da Penitenciária de Três Lagoas com o uso de uma pistola calibre .380.


Após a primeira tentativa, o presidiário foi transferido para a Penitenciária de Segurança Máxima de Campo Grande, de onde passou a contar com o apoio de sua namorada de 25 anos e outros três comparsas de 23, 22 e 21 anos respectivamente, para contrabandear armas de fogo que seriam revendidas no sudeste do país, além de orquestrar nova tentativa de fuga mediante a rendição e possível assassinato de agentes penitenciários durante escolta para consulta médica.


O líder do bando cumpre pena pelos crimes de porte ilegal de arma de fogo e tentativa de homicídio, enquanto ainda aguarda julgamento por novos crimes de uso de documento falso e porte ilegal de arma de fogo. O nome da operação (Cerberus) faz alusão à criatura responsável por impedir a fuga das almas de criminosos que tentavam escapar do inferno, segundo a mitologia grega. Os investigados serão conduzidos para a Polícia Federal na Capital, onde serão ouvidos e permanecerão à disposição da Justiça Estadual.

 

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