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16 de Dezembro de 2017
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Medicamentos

Estados do Brasil Central devem economizar até 10% com compras unificadas

A maioria dos medicamentos a serem incluídos na lista de compras será para tratamento oncológico, que representa 80% dos remédios de alto custo

4 AGO 2017 - 15h47min
Redação

Os seis estados que formam o Consórcio Brasil Central (MS, MT, GO, TO, RO e MA) mais o Distrito Federal (DF) implantarão um modelo de compras de medicamentos de alto custo, que vai garantir economia e agilidade nas aquisições. Juntos, eles gastam por ano cerca de R$ 500 milhões em remédios e a expectativa é de que, com esse sistema a ser implantado, haverá uma economia significativa que ainda não foi quantificada, porque ainda não foi definido quais produtos farão parte desse cadastro.

“Existe um rol de medicamentos de alto custo e pactuamos que será feita Ata de Registro de Preços capitaneada pelo estado de Goiás, e que os estados poderão aderir a essas Atas, diminuindo os custos”, afirmou o governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja.

Durante entrevista coletiva à imprensa que antecedeu a reunião plenária do Fórum de Governadores do Brasil Central, no Centro de Convenções Arquiteto Rubens Gil de Camillo, em Campo Grande, os governadores informaram que já na próxima semana começará a ser elaborada a lista de medicamentos. Para conduzir a implantação do modelo de compra, foi criada uma Comissão formada por representantes das áreas de saúde de cada um dos estados.

A maioria dos medicamentos a serem incluídos na lista de compras será para tratamento oncológico, que representa 80% dos remédios de alto custo adquiridos pelos estados do Brasil Central. Ficou definido que caberá a Goiás coordenar a criação da Ata de Registro de Preços, que será a referência para as compras que serão feitas por meio de pregão eletrônico. Goiás foi escolhido para essa tarefa, por já estar adiantado nessa modalidade de aquisição.

O governador de Mato Grosso, Pedro Taques, lembrou que uma das vantagens dessa união dos Estados é que será possível fazer a compra de medicamentos de forma consorciada e direto da indústria, o que vai gerar uma economia. “Quanto a plataforma unificada de compra de medicamentos, isso queremos fazer rapidamente. Os estados terão uma economia de 5% a 10% na compra desses medicamentos”, afirmou o governador de Goiás, Marconi Perillo.

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