Já está na Delegacia da Polícia Civil de Anastácio, o padrasto da menina Luana Franco Coronel, de apenas dois anos de idade, que foi espancada até morrer na noite desta terça-feira no Jardim Independência, em Anastácio.
O padrasto de Luana, Valdir Coronel, 20 anos é o principal suspeito das agressões que causaram a morte da menina. De acordo com o laudo necroscópico apresentado pela polícia, Luana sofreu uma hemorragia interna grave devido ao rompimento do fígado ocasionado pelas pancadas.
Segundo o delegado titular de Anastácio, Evandro Luiz Banheti Corredato, foi expedida a voz de prisão ao padrasto após a mãe da criança afirmar que o acusado deu uma surra na filha no dia de sua morte.
Em entrevista ao Site O Pantaneiro na tarde desta quarta-feira na Delegacia de Anastácio, o acusado Valdir Coronel confirmou que bateu na menina várias vezes nesta terça e acusa a companheira de ser coerente com as agressões. "Eu batia várias vezes na frente dela e ela nunca reclamou", afirmou.
A polícia também investigará a participação da mãe no crime. Na delegacia ela disse que a filha sentiu-se mal e morreu antes mesmo de conseguir levar a criança ao médico.
Valdir Coronel responderá por maus tratos seguido de morte. Caso seja condenado, poderá ficar até 12 anos preso pelo crime.