O Instituto Ressoarte, que empreendeu nos últimos anos relevantes projetos na área da juventude, cultura da infância e capacitação profissional para jovens e adultos dos quais podemos citar a Orquestra Indígena Teko Arandú, que chegou a levar o nome de Mato Grosso do Sul para as arenas culturais espalhadas pelo Rio de Janeiro (RJ) durante o encerramento da copa de 2014, dentre outros, podem ficar somente na história do município de Anastácio.
A ONG que atualmente atende 150 alunos frequentes nas oficinas de balé, capoeira, violão, música instrumental e sua tradicional banda de percussão, pode estar encerrando suas atividades no mês de setembro.
O coordenador de projetos Alessandro Cintra, explica que a falta de novos editais e o corte no pagamento da equipe técnica pelo único projeto em andamento que tem a parceria do Ministério da Saúde está comprometendo os andamentos dos trabalhos.
O Coordenador ressaltou ainda que o prédio onde são realizadas as atividades é alugado e que as despesas mensais são altas. ?Conta de água, luz, internet, aluguel e material de expediente ultrapassam 3 mil reais por mês?. Alessandro disse ainda que a equipe que hoje compõe o quadro de funcionários trabalha de ?graça? por amor a causa e que apenas os professores de balé e violão são pagos pelo Ministério da Saúde.
Devido a essa situação, a Diretoria estará realizando um grandioso Festival de Prêmios no próximo sábado (12), que terá como principal prêmio uma rodada no valor de mil reais.
O presidente da organização Vitor Junior Pacheco, frisou que se a entidade obtiver êxito neste evento, poderá quitar as dividas com credores e aguardar um apoiador que possa deixar a entidade em dia.
A família Ressoarte solicita a ajuda de todos os pais, amigos, alunos, ex alunos, aqueles que ajudaram a construir essa história de sucesso ao longo desses 5 anos de atendimentos que participem do festival de prêmios e levem sua colaboração.
Com informações da Assessoria