Anastácio
Lojistas reclamam da falta de organização e pedem mais segurança
A tradicional Festa da Farinha, que começa nesta sexta-feira em Anastácio, é motivo de transtorno para comerciantes e artesãs que trabalham na Praça Arandu, onde ocorre a festa. Não bastasse o fato de que elas ficaram isoladas pelos tapumes instalados pela organização, a ação de vândalos que urinam e quebram vidraças, também preocupa. Por isso, o grupo pede mais segurança, tanto por parte da polícia, quanto dos organizadores.
Segundo Fabiane Correia, dona de uma lojinha há cinco anos no local, ficar de fora foi constrangedor, mas o medo maior são os ataques e eventuais furtos. "No ano passado, teve uma vizinha que teve a vitrine da loja toda quebrada. Outras pessoas urinaram no local, deixando grande prejuízo", disse ela que tomou medidas por conta própria. "Colocamos grade e arame farpado no telhado. Agora vamos torcer para Deus nos proteger, pois qualquer um pode vir aqui e quebrar nossa vidraça", pontuou a comerciante.
Kevelin Ferraz de Lima, que está há um ano no local com o Shopping Arandu, lamentou a distribuição do croqui, alegando que elas não precisavam ficar isoladas e que a festa poderia estimular o comércio. Mas assim como a colega Fabiane, está preocupada com a segurança. "Aqui fica muito escuro, pois colocaram a iluminação para o outro lado. Vamos ter que dormir aqui, por garantia, e também vamos pagar um guarda".
Ademir Alves Guilherme, secretário de cultura de Anastácio, disse que, no que se refere ao fato de as lojistas terem ficado de fora, garantiu que usou o mesmo croqui de anos anteriores, os quais elas também ficaram fora. Sobre a segurança, disse que vai colocar seguranças particulares e acionar apoio da Polícia Militar. Tanto isso, que solicitaram reforço policial de Campo Grande, para garantir a ordem e bom andamento.
Colaborou Luiz Guido Jr.
TRANSTORNOS
Pancadas intensas, trovoadas e ventos fortes atingiram diferentes pontos do município; previsão indica mais chuva nesta quarta-feira
PESCA IRREGULAR
Abordagem ocorreu na MS-467, em Porto Murtinho; carga incluía dourados, espécie com captura e transporte proibidos no estado
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