Meio ambiente
Unidade está pronta, mas não será operada neste momento
Nesta terça-feira (31), foi realizada na Câmara Municipal de Anastácio reunião sobre a instalação do aterro sanitário em Anastácio, no âmbito do Consórcio Intermunicipal Para o Desenvolvimento Integrado das Bacias dos Rios Miranda e Apa (Cidema). Na oportunidade, o advogado Marlon do Nascimento Barbosa falou sobre os modelos técnicos e jurídicos relacionados ao aterro, com o objetivo de informar sobre as iniciativas já realizadas pelo Cidema para finalizar as ações envolvendo os municípios consorciados: Anastácio, Aquidauana, Miranda e Bodoquena.
Participaram da reunião o presidente do Cidema e prefeito de Jardim Guilherme Alves Monteiro, o Deputado Felipe Orro, os prefeitos Nildo Alves, de Anastácio, Kazuto Horii, de Bodoquena, Odilon Ribeiro, de Aquidauana, e Marlene Bossay, de Miranda, além de vereadores, secretários municipais e representantes da população.
Segundo o prefeito de Anastácio, Nildo Alves, o lixão já está prontoo e restam apenas o andamento de processos burocráticos para licitação da empresa que vai administrar o aterro. "Pode-se dizer que o aterro está pronto e poderia entrar em funcionamento hoje. O problema é que existe estes entraves administrativos e algumas responsabilidades técnicas a serem cumpridos", explicou ele, ratificando que o contribuinte poder ir ao setor de tributação da prefeitura para definir como deseja pagar a taxa de lixo.
O prefeito de Bodoquena disse que seu município faz levantamento para definir como vai ser a cobrança da taxa. "Ainda estamos fazendo o recadastramento do IPTU e estamos levantando como vamos fazer a cobrança. Participamos dessa reunião para os vereadores pudessem ter uma ideia de como vai ser este consórcio", explicou Kazuto Horii.
O advogado Marlon lembrou que o aterro é moderno e ambientalmente adequado. "O objetivo é que o consórcio faça com que o custo da gestão seja reduzido. Há um estudo técnico sobre o aterro e tudo será colocado em consulta pública, para que a população também possa opinar".
Egenheiro do aterro, Ibrahim Godoy da Silva Neto disse que a unidade está pronta, mas que ainda há alguns ajustes a serem feitos, segundo recomendações do Ministério Público, como por exemplo, a ampliação da célula. "Há necessidade de se ampliar uma célula. A área é suficiente para operar por 20 anos, segundo recomendação da Política Nacional de Resíduo sólido. Então precisamos definir uma nova célula, segundo pedido pelo MP, para que haja garantia de área suficiente agora com todas as cidades envolvidas".
Colaborou Luiz Guido Jr.
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