Representante da entidade, Frederico Stella afirmou que o agronegócio está em constante adaptação
Frederico Stella afirmou que o agronegócio está em constante adaptação e mencionou a valorização do cavalo, com éguas sendo vendidas por valores expressivos / O Pantaneiro
O primeiro tesoureiro da Federação da Agricultura do Estado de Mato Grosso do Sul (Famasul), Frederico Stella, celebrou a evolução da Expoaqui e a parceria crescente entre o agronegócio e a comunidade. Em entrevista ao jornal O Pantaneiro durante a Expoaqui 2025, o ex-presidente do Sindicato Rural de Aquidauana, Stella destacou a mudança positiva no evento e o impacto dos projetos de capacitação e saúde promovidos pelo Sistema S na região.
"A gente tem uma percepção de uma melhora constante. Cada ano tem uma coisa nova", afirmou Stella. Ele ressaltou que, ao longo dos anos, as empresas passaram a acreditar mais no evento, o que se reflete na grande quantidade de revendas de tratores e carros presentes. Segundo ele, a parceria efetiva com a prefeitura e a Câmara de Vereadores, que abrem os portões da exposição para a população, incentiva a vinda das empresas. "Isso aqui não é só para o Agro, isso aqui é para toda a comunidade que vem", pontuou, destacando que a feira se tornou o único grande evento da cidade, atraindo toda a comunidade.
Stella também falou sobre o papel fundamental da Famasul e do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) nas feiras agropecuárias do estado. Ele frisou a presença do Sistema S em todas as feiras, valorizando o trabalho voluntário dos presidentes de sindicato. O tesoureiro destacou o impacto das capacitações e ações de saúde do Senar, que só em 2025 beneficiaram quase 20% da população de Aquidauana. Ele citou programas de educação que ensinam crianças sobre o agronegócio e suas oportunidades de trabalho, contribuindo para a solução da carência de mão de obra.
Referindo-se a uma recente ação de saúde em parceria com a prefeitura, Stella explicou que o Senar oferece cinco especialidades médicas, focadas em doenças que mais atingem a população rural. A iniciativa, que foi realizada na ESF que leva o nome de seu pai, é essencial para a prevenção e detecção precoce de doenças como o câncer. "A gente sabe hoje, que a medicina é fantástica, e você detectando um novo câncer, a chance de cura é quase 100%", disse.
Ao ser questionado sobre a mudança no foco da pecuária na feira, que trocou os bois de argola por cavalos de lida, Frederico Stella afirmou que o agronegócio está em constante adaptação. Ele mencionou a valorização do cavalo, com éguas sendo vendidas por valores expressivos, e a presença de outros animais, como carneiros e bois de sela, que diversificam a feira e agregam valor para o Sindicato Rural, que precisa de recursos para a realização do evento. "A mudança é constante, a gente tem que ir se adaptando e corrigindo a rota".
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