Segundo Josias Ramires, cacique da Aldeia Marçal de Souza, recordar a caminhada da família Jordão é também valorizar a cultura e a economia tradicional indígena.
O Pantaneiro
A produção artesanal de rapadura na Aldeia Bananal, em Aquidauana (MS), vai muito além do trabalho no engenho. Ela carrega a história, a resistência e a identidade da família Jordão, referência de dedicação e dignidade para a comunidade indígena da região.
Relembrar essa trajetória é manter viva a memória de Eugênio Jordão e Dalvina Gonçalves Jordão, que hoje vivem nas lembranças e nos ensinamentos deixados para as novas gerações. Grandes produtores de rapadura, farinha e melado, o casal construiu sua história com muito esforço, força e compromisso com o trabalho coletivo, tornando-se exemplo dentro da aldeia Bananal.
Segundo Josias Ramires, cacique da Aldeia Marçal de Souza, recordar a caminhada da família Jordão é também valorizar a cultura e a economia tradicional indígena. “É sempre bom relembrar a nossa história. A história da família Jordão representa luta, trabalho e dignidade. Esse legado permanece vivo em nossos corações e na caminhada da família”, destaca.

A produção de rapadura, feita de forma artesanal, atravessou gerações e continua sendo símbolo de resistência cultural e sustento para muitas famílias. Mais do que um produto, ela representa conhecimento tradicional, transmitido com paciência e respeito à terra.
A memória de Eugênio e Dalvina Jordão segue presente não apenas na produção agrícola, mas na inspiração que deixaram para filhos, netos e toda a comunidade. A história da família Jordão é, acima de tudo, a história de um povo que valoriza suas raízes, honra seus antepassados e segue construindo o futuro com trabalho e união.
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