Embora um cristão consciente conheça muito bem os conceitos básicos que norteiam a vida de oração, muitas vezes, na hora do aperto, o último recurso a lançar mão, é a oração.
Certa vez, após uma reunião de Estudo bíblico, um participante, ao sair no pátio da Igreja, percebeu que seu carro tinha sido roubado. Pânico daqui, dali, enquanto pensávamos nas ações práticas que precisam ser tomadas, nessas horas, inclusive fazer contato com a Políciia.
Mas, de repente lembramos do “antes de tudo”, orientado pelo apóstolo Paulo, ao falar da necessidade de, nestas horas, se recorrer a Deus, como fonte maior de socorro. E assim fizemos. Horas depois, a vítima do roubo fez contato conosco, dizendo que o carro tinha sido encontrado.
John Wesley, foi assaltado, certa vez, ao voltar da Igreja. Sem pânico e com absoluta calma disse ao seu algoz, antes que ele desaparecesse, que precisava mudar de vida e que oraria por isto. Anos depois ouviu seu testemunho. A observação de Wesley lhe incomodara por muito tempo. Não se aquietou até procurar um pastor, do qual ouviu as boas novas de salvação.
No caso do ladrão do carro, também oramos, naquele dia, pela sua mudança de vida. Não sabemos se Deus nos atendeu ou atenderá, no seu tempo. Mas, embora nem sempre façamos a coisa certa em situações como aquela, naquele dia fizemos o que deveria ser feito.