25 de julho de 2021
Anuncie Aqui
Brasil

Felicidade do brasileiro cai em meio a pandemia

15 JUN 2021 - 19h05min
Agência Brasil
As desigualdades sociais aumentaram no Brasil durante a pandemia de covid-19, e os indicadores de felicidade do brasileiro estão no menor ponto da série histórica.  
 
De acordo com a pesquisa Bem-Estar Trabalhista, Felicidade e Pandemia, do Centro de Políticas Sociais da Fundação Getulio Vargas (FGV Social), o país atingiu, em 2020, a pior nota média de satisfação com a vida desde 2006. Já a desigualdade, medida pelo chamado índice de Gini, atingiu o patamar mais alto, batendo também o recorde de toda a série histórica no primeiro trimestre de 2021.
 
Ainda segundo o estudo, os impactos mais fortes na diminuição de renda e bem-estar foram sentidos pela parcela mais pobre da população.
 
O estudo mostra que, durante a pandemia, a renda média do brasileiro foi de R$ 1.122 entre janeiro e março de 2020, a R$ 995, no primeiro trimestre de 2021, o menor valor da série histórica, marcando, pela primeira vez, um montante abaixo de R$ 1 mil.
 
Já o bem-estar social - indicador que combina prosperidade com igualdade - caiu 19,4%, entre o primeiro trimestre de 2020 e o mesmo período de 2021, chegando a um novo piso da série.
 
O índice de Gini, usado para avaliar a distribuição de riquezas de determinado lugar, passou de 0,642 no primeiro trimestre de 2020 para 0,674 no mesmo período de 2021, o que é considerado "um grande salto de desigualdade”.
 
Nesse contexto, os brasileiros estão com mais raiva (19% para 24%, de 2019 para 2020) e relatam estar mais preocupados (56% para 62%, de 2019 para 2020), mais estressados (43% para 47%) e mais tristes (26% para 31%). Já quando o assunto é diversão, a percepção do brasileiro é de queda, de 72%, em 2019 para 66%, em 2020.
 
Para o diretor do FGV Social e coordenador da pesquisa, Marcelo Neri, as perdas materiais explicam a perda de felicidade, mas não são o único motivo.
 
As desigualdades sociais aumentaram no Brasil durante a pandemia de covid-19, e os indicadores de felicidade do brasileiro estão no menor ponto da série histórica.  
De acordo com a pesquisa Bem-Estar Trabalhista, Felicidade e Pandemia, do Centro de Políticas Sociais da Fundação Getulio Vargas (FGV Social), o país atingiu, em 2020, a pior nota média de satisfação com a vida desde 2006. Já a desigualdade, medida pelo chamado índice de Gini, atingiu o patamar mais alto, batendo também o recorde de toda a série histórica no primeiro trimestre de 2021.
 
Ainda segundo o estudo, os impactos mais fortes na diminuição de renda e bem-estar foram sentidos pela parcela mais pobre da população.
 
O estudo mostra que, durante a pandemia, a renda média do brasileiro foi de R$ 1.122 entre janeiro e março de 2020, a R$ 995, no primeiro trimestre de 2021, o menor valor da série histórica, marcando, pela primeira vez, um montante abaixo de R$ 1 mil.
 
Já o bem-estar social - indicador que combina prosperidade com igualdade - caiu 19,4%, entre o primeiro trimestre de 2020 e o mesmo período de 2021, chegando a um novo piso da série.
 
O índice de Gini, usado para avaliar a distribuição de riquezas de determinado lugar, passou de 0,642 no primeiro trimestre de 2020 para 0,674 no mesmo período de 2021, o que é considerado "um grande salto de desigualdade”.
 
Nesse contexto, os brasileiros estão com mais raiva (19% para 24%, de 2019 para 2020) e relatam estar mais preocupados (56% para 62%, de 2019 para 2020), mais estressados (43% para 47%) e mais tristes (26% para 31%). Já quando o assunto é diversão, a percepção do brasileiro é de queda, de 72%, em 2019 para 66%, em 2020.
 
Para o diretor do FGV Social e coordenador da pesquisa, Marcelo Neri, as perdas materiais explicam a perda de felicidade, mas não são o único motivo.
 
“Toda essa queda está concentrada na base da distribuição de renda brasileira, ou seja, uma piora da desigualdade de felicidade”, diz Neri. 
 
A pesquisa também comparou os resultados com os de 40 outros países. Em média, a “nota de felicidade” ficou parada no restante do mundo, em torno de 6 pontos.
 
“O que a pesquisa mostra e acho que é importante dizer é que, embora a pandemia seja um fenômeno global que afetou a todos os países, o Brasil tem um desempenho nesses aspectos subjetivos pior. A gente talvez precise repensar como a gente está lidando com a pandemia em termos de políticas, em termos de enfrentamento, enquanto ação coletiva”, diz o coordenador do estudo.

Delivery Amorim_02
 

Veja também

Mais Lidas

1
Aquidauana

Coordenadora de compras é vítima de acidente fatal no bairro Guanandy em Aquidauana

2
Aquidauana

Morta em acidente de moto, enterro de coordenadora de compras será em Miranda

3
Geral

Corpo de Analrelino Ricaldes, o "Dinho", foi encontrado 

4
Aquidauana

Dona Izaura é a mulher inquieta que revela como chegar aos 90 "numa boa"

Informe Publicitário

Informe

Concorra R$ 5 mil em prêmios no Atlântico Supermercados!

Previsão do Tempo

min19 max35

Aquidauana

Sol o dia todo sem nuvens no céu. Noite de tempo aberto ainda sem nuvens.
min19 max35

Anastácio

Sol o dia todo sem nuvens no céu. Noite de tempo aberto ainda sem nuvens.

Níveis dos Rios Hoje

Aquidauana
1,94m
Miranda
1,77m
Paraguai
1,17m

Colunas e Blogs

Valdemir Gomes

Após...

Rosildo Barcellos

Aruanã Etô – É o lugar das máscaras !

Gabriel Novis Neves

A GRATIDÃO TAMBÉM É VIRTUDE ETERNA

Ver Mais Colunas

Guia Cidade

Médicos

Nelson Andrade Quelho - Cardiologista

Rua Pandiá Calógeras, 242 Centro - 79200-000 Aquidauana/MS (67) 3241-3000
Escolas Estaduais

Escola Estadual Marechal Deodoro da Fonseca

, - 79200-000 Aquidauana/MS (67) 3241 4012
Pousadas

Pousada Aguapé

Estrada da Margem Esquerda, ------ ------- - 79200-000 Aquidauana/MS (67) 686-1036 / 9986 www.pousadaaguape.com.br
Ver Mais
2
Entre em nosso grupo