Bem ao próximo
Atualmente o banco de sangue está em situação crítica dos sangues tipos O+ e O-
A doação é incentivada em especial no período de Carnaval por conta da baixa procura da época e visa garantir os estoques.
A meta é garantir, durante as festividades, o estoque nos hemocentros do país.
Nesta época de Carnaval, a exemplo do período de férias, os hemocentros brasileiros têm uma baixa significativa no estoque de sangue, em torno de 20% a 30%.
O professor Jhonattan de Araújo, 32 anos, é doador há 13 e realiza as doações em média três vezes ao ano.
“Já doei muitas vezes, e esta é para ajudar uma colega de trabalho que vai fazer cirurgia”, disse o professor.
A professora Giane Talgatti, 42 anos, doou pela segunda vez.
“Em abril do ano passado doei para ajudar um conhecido que fez cirurgia cardíaca. Eu nunca tinha doado, foi a primeira vez. E só agora, vim de novo. Mas quero fazer com periodicidade”.
Os doadores de sangue são os grandes responsáveis por manter os estoques do Hemosul, que atende a rede hospitalar de Campo Grande e também de todos os municípios do interior.
Atualmente o banco de sangue está em situação crítica dos sangues tipos O+ e O-, além de também ter necessidade de doação dos tipos A+ e A-, que estão com estoques baixos.
Doação
Para doar basta comparecer à unidade com documentos pessoais, estar bem alimentado e bem de saúde. Também é necessário ter entre 16 a 69 anos e pesar 51 kg ou mais.
Além disso, é importante ficar atento ao intervalo para quem se vacinou contra a covid (Coronavac 48h, já Astrazeneca, Pfizer e Janssen intervalo de 7 dias).
O Hemosul também reforça que doenças respiratórias deixam o doador inapto enquanto estiver doente.
Serviço
Em Campo Grande, as doações podem ser feitas no Hemosul, que fica na Av. Fernando Corrêa da Costa, 1304, e funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 17h. Os telefones para contato são 3312-1517 e 99298-6316 (WhatsApp).
Nota de falecimento
Artesão, esportista e incentivador da cultura regional, Lourival da Silva Santos marcou gerações com sua determinação, simpatia e participação em feiras, exposições agropecuárias e projetos culturais.
SOLIDARIEDADE
Jeilson voltava da Aldeia Bananal, em Aquidauana, quando atingiu o animal; veículo é usado no atendimento a escolas
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