Absurdo
Sindicato pede que prefeitura do município reveja os salários da categoria
A Fetam-MS (Federação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal de Mato Grosso do Sul), em apoio ao SITPAN (Sindicato dos Trabalhadores da Prefeitura Municipal de Anastácio), realizou no dia 11 de junho, pelas ruas da cidade um movimento chamando a atenção da população e do executivo do município, para a falta de reajuste salarial da categoria, piso salarial, plano de cargos e carreiras, uma vez que, há mais de dez anos, os servidores públicos do município, estão com o piso salarial abaixo do salário mínimo. A presidente da Federação dos Trabalhadores no Serviço Público de Mato Grosso do Sul, Dilma Gomes da Silva, explica o motivo desse movimento que está pleiteando junto a administração municipal, que reveja a política salarial do funcionalismo de Anastácio.
“Há mais de dez anos, que os nossos servidores aqui de Anastácio estão com seu piso salarial abaixo do salário mínimo nacional. E a reivindicação maior é que o prefeito atendesse a esse chamado a essas reivindicações. Os pisos nacionais também não são obedecidos aqui dentro de Anastácio. A gente tem o piso da educação, que é o piso dos professores ainda não cumpridos aqui em Anastácio. Nós temos o reajuste que era para ter acontecido no mês de maio, visto que nós temos uma data base em maio. O prefeito também não deu nenhum reajuste, não ofereceu nada. O sindicato entregou as propostas que foram construídas junto com a categoria para entregar para o prefeito. Só que o prefeito não responde por escrito, mas também não atende à reivindicação de reunião. Então, nós também chamamos a câmara municipal para que somasse junto com os servidores para defender os servidores municipais, defendendo as famílias de Anastácio. São pais, mães, avós, filhos e filhas, que trabalham na prefeitura.”, conta a sindicalista.
Sem reajuste e sem benefícios aos servidores
A representante sindical destacou também que a prefeitura de Anastácio não dá o reajuste e não oferece nenhum cartão alimentação para que seja possível ter um reforço na compra do alimento e nem oferece plano de saúde, para que tivesse uma assistência à saúde, desafogando assim o SUS (Sistema Único de Saúde). A sindicalista destaca que não é ataque à câmara nem mesmo ao prefeito.
“Em contra partida, nós fomos atacados com um projeto de lei que o prefeito Nildo, encaminhou para a câmara municipal, e o presidente da câmara, fez uma extraordinária, quando já tinha acabado, inclusive um projeto que era um projeto orçamentário, ele tinha que vir já dizendo que teria um reajuste salarial para o servidor. Não veio; o prefeito não mandou, não pensou nos servidores, mas pensou em atacar o sindicado. Ele faz uma extraordinária e ao colocar em votação, vota para que o direito à representação sindical fosse cassado”, explica Dilma.
O projeto de lei é para que as funcionárias públicas da prefeitura cedidas, constitucionalmente, para desenvolver um trabalho pelo sindicato dos servidores, voltem a despachar na prefeitura para que a entidade fique fechada, sem atuação ou condições de representar a categoria junto ao executivo. Dilma pretende, ainda, por meio de um trabalho sindical, fazer com que os moradores da cidade de Anastácio, saibam quem são os políticos que hoje estão na cidade. A Fetam-MS pretende tronar público em nível nacional que todos conheçam todos eles que são contra os servidores municipais, contra o serviço público, pretende a sindicalista.

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