Dengue
A iniciativa contou com a participação de agentes indígenas de saúde
O combate ao Aedes aegypti nas comunidades indígenas de Miranda ganhou um novo reforço com a ampliação do uso de ovitrampas na Aldeia Cachoeirinha. A estratégia, que já vinha sendo aplicada nas aldeias Moreira e Passarinho, chegou à nova região na última quinta-feira (27), durante uma apresentação realizada na própria aldeia.
A iniciativa contou com a participação de agentes indígenas de saúde, representantes do polo-base indígena de Miranda e da supervisora ambiental da SESAI, Maria. O encontro foi conduzido por Luiz Carlos, coordenador dos agentes de endemias do município, que explicou o funcionamento das ovitrampas – armadilhas utilizadas para detectar e monitorar a presença do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya.
“O conhecimento e a atuação dos agentes indígenas são fundamentais para o sucesso do projeto. Eles conhecem a realidade de cada comunidade e têm papel essencial na prevenção e orientação da população”, destacou Luiz Carlos.
A ação fortalece a vigilância em saúde e mobiliza os moradores para a importância do combate contínuo ao mosquito. A comunidade da Aldeia Cachoeirinha recebeu a iniciativa com entusiasmo, demonstrando disposição para colaborar com a expansão do projeto.
A expectativa é que a estratégia seja levada para outras aldeias da região, garantindo um controle mais eficaz do Aedes aegypti e protegendo a saúde da população indígena.
Justiça
Decisão garante 120 dias de licença remunerada, com possibilidade de prorrogação por mais 60 dias; regra alcança diferentes vínculos de trabalho e também licenças em andamento
Esporte e solidariedade
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