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Ciência

Bolsas do Programa de Iniciação Científica estadual começam a ser pagas em setembro

Fundect determinou termo de liberação das bolsas do Pibic

Documento foi assinado na ALMS / Fotos: Leandro Benites

O diretor-presidente da Fundect (Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia do Estado do Mato Grosso do Sul), Márcio de Araújo Pereira, assinou na segunda-feira (28) o termo de liberação das bolsas do Pibic (Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica e Tecnológica) que vai atender estudantes de graduação das unidades associadas ao Crie-MS (Conselho de Reitores de Instituições de Ensino Superior de Mato Grosso do Sul).

O documento foi assinado na Assembleia Legislativa, durante sessão solene que comemorou o Dia da Educação Superior com homenagens a professores, pesquisadores e demais profissionais do meio acadêmico que contribuem para a valorização e o desenvolvimento de Mato Grosso do Sul. Durante o evento também foram empossados os novos integrantes da diretoria do Crie-MS para o biênio 2023-2024.

A partir de setembro as bolsas do Pibic, de R$ 700, serão pagas diretamente pela Fundect, com recursos do Tesouro Estadual, a 600 acadêmicos, por um período de 12 meses, com 20% delas distribuídas em ações afirmativas. O investimento total é de R$ 5 milhões.

Márcio de Araújo Pereira destaca que é a primeira vez que a Fundect faz um programa estadual de bolsas de iniciação científica para graduação. “Isso representa um marco nos investimentos realizados pela Fundect. Estamos ofertando seiscentas bolsas, mais do que as 580 que o Governo Federal paga hoje aqui no Estado para os acadêmicos. O Governo Riedel entende que educação é prosperidade, que transforma vidas ", diz o diretor.

O edital foi lançado pela Fundect em junho e a seleção dos projetos e estudantes beneficiados ficou a cargo das instituições que fazem parte do Crie - UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), UEMS (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul), UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados), UCDB (Universidade Católica Dom Bosco), Anhanguera/Uniderp e IFMS (Instituto Federal de Mato Grosso do Sul).

Para o novo presidente do Conselho, reitor da UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados), professor doutor Jones Dari Goettert, as bolsas incentivam a ciência e a pesquisa. “Eu entendo que são dois elementos centrais, um mais formal de valorização da inserção do estudante de graduação em projetos de pesquisa e que lhe dão a possibilidade de se tornar um cientista agora, mas com perspectivas importantes no futuro. O segundo aspecto que vale a pena ressaltar é a extrema sensibilidade do Governo do Estado com a criação desse programa, extremamente bem pensado e articulado com as demandas das instituições, mas ao mesmo tempo sensível no que tange a pensar a relação entre educação superior, pesquisa, desenvolvimento e inclusão” ressalta o reitor.

Marcelo Augusto Santos Turine, reitor da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) que assumiu a vice-presidência do Conselho, destacou a importância das bolsas na vida dos acadêmicos “As bolsas da Fundect são uma transformação da vida universitária de seiscentos jovens, seiscentos cidadãos sul-mato-grossenses com conhecimento, com ciência, é uma grande revolução. Quero parabenizar a Fundect por esse trabalho junto ao Governo do Estado”.

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