dothCom Consultoria Digital
Publicado em 06/06/2011 às 04:00
Atualizado em 10/09/2026 às 14:04
Flatulência: - é um termo originário do francês (flatulence), segundo o Aurélio (dicionário) pode ser dito como - acúmulo de gases no tubo digestivo, também conhecido como ventosidade, o linguajar vulgar é chamado de peido (do latim - peditu), de chulo, de traque, de pum. . .
Os juizes do Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo (4.a turma), "decidiram pela readmissão da funcionária e pelo pagamento de R$ 10 mil por danos reais", o relator do processo utilizou texto do insigne médico Dráuzio Varella onde "afirmava que a emissão de gases intestinais não é doença". . . "O organismo tem que expandir os flatos, comum a todos. Nem sempre pode haver controle", então, se algo incomoda no organismo deve ser expelido.
Em pleno século XXI, na era do nu explícito em desfile carnavalesco, da retificação cirúrgica da região expelidora de gases, uma partícipe da economia paulista é "dispensada" de suas atividades por peidar durante a execução de suas tarefas, o que a notícia não divulga é qual a atividade da mesma? A dispensa seria pela freqüência (número de exalações) ou pelo odor? Qual seria a freqüência tolerável? O odor poderia ser escolhido? Haveria condições de ser instalado um desodorizante sanitário nos fundilhos da calcinha? Daria resultado satisfatório? A administração da empresa indicaria a marca de sua preferência? O perfume do mês? Lavanda? Frutal? Buquêt? Pinho?
Perante tão profundo quesito de direito trabalhista, somos levados a refletir sobre a ventosidade emitida pelo ânus, emoldurado pelas nádegas, essa "parte carnosa, situada acima das coxas", se. . . a referida emanação poderia ser mensurada em decibéis? Esse emanar poderia ser calculado ou estipulado em tabelas/matrizes por idade?A polpa de uma criança expele gases "diferentes" da. . . de um adolescente? De um adulto? De um idoso? O traque estaria condicionado a classe social? Burguês? Proletário? A loira teria um pum diferenciado da morena? Da ruiva? E o aposentado? O desempregado? Ou seria questão de gastronomia?
O ser humano, essa máquina perfeita onde cada peça (órgãos, cartilagens, ossos, líquidos. . .) exerce determinada função, podemos deduzir que, o mantê-lo atuante/vivo é papel dos alimentos/bebidas. . . iniciando pela boca, olhos, nariz. . . o olfato especifica um tipo de atração, a visão outro, agora atinente a cor, forma, tamanho e,. . . outros detalhes que, comumente não reparamos ao alimentarmo-nos.
A boca, essa cavidade na parte inferior da face, início do tubo digestivo - lábios/dentes/língua. . . de múltiplas utilidades, dentes que cortam, rasgam, amassam o inserido, que transformado em bolo, caminha pelos dutos, chegando ao estomago, intestinos e aí, à fase final. A parte útil é assim captada pelo organismo, a não. . . expelida em forma de urina, excrementos, gases-eliminação de toxinas. . . essas últimas citações, pelo ânus - "orifício na extremidade terminal do intestino", vulgarmente cognominado de "fiofó, cu, rosquete, rosca. . ."
Ao falarmos do orifício citado, não podemos olvidar do esfíncter - "designação comum a diversos músculos anulares com que se apertam ou alargam vários dutos do corpo" assim, retornamos ao início do presente texto. . . a funcionária era virgem? Teria hábitos de sexo-total? Teria hemorróidas? Afinal, não temos acesso ao processo, apenas a notícia/notícia que causa-nos surpresa. Seria falta religiosa, pecado, peidar num recinto sacro? No culto?
Quem não conhece na comunidade, uma pessoa que possa ser alcunhada de "peidorreira"? Quem não ouviu um emanado grave (proom) ou agudo (fruim), um sonoro (rouum) ou, um simples e disfarçado (puff)? Um compacto (pumm) ou um fracionado (prof-proff-puf), tudo isso saído de um conjunto muito/muito cobiçado na outra/o, denominado de bunda, trazeiro, rabo, padaria, popô. . .
Às 17:30 horas, é comum "ela" desfilar pela 7 de Setembro, deslumbrando á todos com o seu cadenciado andar, um/dois, um/dois. . . e pensar que dali, flatulências são espargidas, ali no abrigo do "fio-dental", gases são distribuidos, assimilados, volatizados-esperados?
Pensar/refletir. . . supor. . . a pessoa que mudou de sexo, teria diferenciação no antes/após cirurgia, em situação de expelir gases? O grupo GLBS (gays, lésbicas, bissexuais, simpatizantes) seriam "privilegiados" ou não nessas atividades? O gordo seria um maior receptor gasoso? O magro, sem ter "bandas gordurosas", seria um artista/músico mais afinado? Um "clarinetista" (fiuiii)?
Alimentado, o ser adiciona nos dutos internos, ácidos. . . "a fermentação corre", um consumidor de queijos (parmezão, gorgonzola, requeijão. . .), de aliche, de frutos-do-mar, batata-doce, repolho, brócolis. . . seriam causadores de fragrâncias/assiduidades diferenciadas?
O formato do assento, teria correspondência direta para a alegação trabalhista da empresa? A bunda redonda, chata, farta, bicuda. . . a "nadegunda" seria uma perseguida nata pela filosofia da empresa aludida?
Os lugares circunscritos - elevador, sala de aula, espetáculos. . . são locais propícios para tais averiguações. . . Mauro Motta, já afirmara: "A carne só é fraca enquanto pode ser forte" - e, indagamos, como "algo" acusado/condenado por uns, em seu conjunto, pode ser cultuado/venerado por outros? Eta mundo porrêta! Veleidades. . .
a. begossi
a. begossi@opantaneiro.com.br
03/03/08
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