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Gabriel Novis Neves

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Queiram ou não, todos nos tornamos escravizados pela tecnologia. Uns com alegria (jovens), outros (idosos) contrariados com as “dores” de cabeça que essa engenhoca tão útil nos causa no cotidiano.

 

Tenho tido muito “desprazer” com as novas tecnologias, embora as utilize, mas sempre reclamando dos imprevistos insuportáveis, mesmo reconhecendo que na minha idade teria poderia ser até “interditado” para resolver os problemas diários com as dezenas de pagamentos mensais.

 

A geração que me antecedeu ao se aposentar dava “plantão” nos bancos para verificar seus movimentos diários. Era comum encontrar um “montão” de idosos esperando a abertura do banco para serem atendidos pelo gerente.

 

O idoso, de modo geral,  é ansioso e não suporta a turbulência da internet e celulares, com suas “circunferências” girando até parar, sem antes colocar um triângulo com ponto de exclamação e os seguintes dizeres: "Ops! Desculpe-nos. Estamos melhorando nossos serviços. Tente novamente mais tarde".

 

Depois desse pedido de desculpa da operadora, a guerra é pelo celular e muita coisa se ajusta pela operadora sem o técnico presencial.

 

Hoje essa batalha terminou com uma ordem da operadora: desliga e liga o celular. Tudo estava ajustado tecnicamente e pude resolver meus problemas emergenciais.

 

O celular é uma arma poderosa para nos ajudar, mas devemos estar muito atentos, pois as organizações criminosas tem predileção pelos assaltos neste pequeno aparelho.

 

Devemos ter duas senhas para o celular: a habitual e outra de reserva, que poderá ser pedida a qualquer hora do dia para entrar no whatsap.

 

Outras medidas de segurança cabem em um pequeno livro com todas alternativas de segurança.

 

Enfim, as modernas tecnologias vieram para ficar e se encaixam em “males que vem para o bem”.

 

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