Gabriel Novis Neves
Nunca tive dúvidas sobre o quanto me sinto querido nesta cidade. Confirmei concretamente esse sentimento em razão das respostas a um covarde ataque que recebi da variante do Covid.
Tomei as duas doses da vacina Astrazenica e a de reforço da Pfizer. Vivo em isolamento social, cumprindo com rigor todas as normas da vigilância sanitária. Assim que meus parentes e amigos ficaram sabendo da minha situação de saúde, recebi um verdadeiro abração de solidariedade.
Este simbólico “abração” foi bem mais intenso que a carga viral do ômicron. Produziu o mesmo efeito do “anticorpo monoclonal”, que usei para evitar complicações da nova doença, ainda pouco conhecida da ciência médica.
Não gosto de escrever sobre minha sensação subjetiva de alegria, mas neste caso não tenho porque esconder. Na minha idade é bom escrever como me senti diante de um choque de solidariedade humana, para poder agradecer a todos que se preocuparam com a minha saúde.
Viver com a gratidão recebida e retribuída é uma felicidade.
Foi tanta gente querendo me ajudar! Médicos, enfermeiras, fisioterapeutas, e patologistas clínicos com seus conhecimentos científicos sobre essa doença, que teeninou por me descobrir bem escondidinho dela.
A minha imensa família que tudo fez para minha cura, inclusive a minha filha correndo o risco de se contaminar. Aos amigos que acumulei pelo tempo, com as suas orações. Ao editor do meu blog e colegas jornalistas, minha gratidão pelo desejo externado pela minha recuperação.
Só pelo avanço dos estudos da ciência médica, poderemos sair desta pandemia, cujos recursos terapêuticos existentes hoje, ainda não chegam a beneficiar a base aumentada da pirâmide social.
Não temos equipes de saúde treinadas e preparadas, em números suficientes para atender toda a população, assim como PSFs, UPAs, Hospitais, UTIs e medicações.
Estamos no caminho certo, e em breve teremos a vacinação das crianças, aumentando o número de imunizados.
Minha gratidão.
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