Gabriel Novis Neves
dothCom Consultoria Digital
Publicado em 10/03/2022 às 09:05
Atualizado em 10/09/2026 às 14:04
Cedo recebi uma mensagem de uma amiga minha contemporânea dizendo que vai fazer com a guerra entre russos e ucranianos o mesmo que fez por ocasião do Covid.
Nessa ocasião, o pavor foi imposto pelas metas da OMS, tão contraditórias e alarmantes!
O início da guerra me impactou e passei o dia todo atenta às notícias.
Ontem, ouvindo relatos da guerra, senti uma cócega no rosto. Passei as mãos; estava chorando.
Vou desligar minha televisão e saber das notícias pelas minhas secretárias, pois não quero me intoxicar com as notícias ruins.
Naquela ocasião o cenário era sempre de enterros nos cemitérios.
Também de hospitais superlotados com os pacientes pelo chão.
As estatísticas de mortes eram produzidas por um consórcio de órgãos de imprensa, pois não acreditavam nas produzidas pelo Ministério da Saúde.
Sabe que a minha amiga tem toda a razão?
Nossa televisão vive das más notícias, e nada se compara a uma guerra nessas dimensões, onde não se fala em soldados de infantaria, e sim em mísseis nucleares.
Ainda mais no período de carnaval sem carnaval, mas com os pontos facultativos, onde notícias do executivo, legislativo e judiciário, sempre do desagrado da população, não são divulgadas.
Teremos um bombardeio de notícias de guerra, repetidas por todas as emissoras de TV, 24 horas por dia que, confesso, nada agradável de assistir ou ouvir.
Se não tivermos mais enchentes com desmoronamento matando o equivalente a um dia de guerra, ai sim ficaremos presos ao terrorismo das notícias só da guerra.
Para nossa salvação de entretenimento, o futebol profissional é coisa séria no país do Rei Pelé.
Os péssimos campeonatos regionais prosseguirão, como a Copa Brasil e a Taça Libertadores.
Eu descobri a válvula de escape para notícias ruins, que é escrever coisas boas no computador.
Também alertar meus amigos, para não deixarem se intoxicar, assistido notícias de TV.

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