MÉDICA SOBREVIVE
Com apenas R$ 900/mês a médica cubana, Mileidys Veranes Boubaire, de 42 anos, vai sobrevivendo na zona rural de Aquidauana graças ao apoio de alguns que fazem ?vaquinha? para pagar o aluguel da casa em que mora no distrito de Cipolândia, distante 70 km de Aquidauana. É o Programa Mais Médico judiando dos cubanos no Brasil.
AMOR
Só o amor pela profissão para manter os médicos cubanos longe dos grandes centros por um salário 10 vezes menor ao dos colegas de outros países que participam do mesmo programa de saúde do governo brasileiro. Ou então é amor pelo sistema do governo cubano que saqueia o salário dos médicos devolvendo-lhes R$ 900 dos R$ 10 mil que a Dilma deposita no caixa de Cuba.
BANDIDO MESMO
De 2009 para cá e a terceira vez que a polícia prende o aquidauanense Daniel Job Arakaki, 22 anos. Na semana passada ele foi um dos bandidos que assaltou a agência dos Correios de Aquidauana. Ele já havia sido preso em flagrante por furto qualificado e tráfico de drogas, mas a legislação brasileira passou a mão na cabecinha dele e o colocou na rua. Por enquanto ele curte uns dias de sol atrás das grades.
DESAPARECIDO
Mais um desaparecimento registrado. Desta vez, o anastaciano Ivan Francisco Jorge, 18 anos, saiu para trabalhar com um grupo de amigos em Vacaria-RS na colheita de maçã. Contudo, no dia 20 passado os colegas retornaram para Anastácio e Ivan ainda não chegou, embora tenha saído daquele estado no mesmo dia.
FORA CARNAVAL
Campo Grande não é a terra da folia, segundo 72% dos entrevistados em uma pesquisa realizada pelo Instituto de Pesquisa de Mato Grosso do Sul (Ipems). Conforme matéria publicada no jornal Correio do Estado, esta semana, foi divulgado pela instituição um estudo sobre o interesse dos moradores da Capital no Carnaval. (Correio do Estado).
SEM INTERESSE
A falta de interesse, contudo, não significa carência de atrações para o público. De desfiles de escolas de samba a festas em clubes, além de shows na Avenida Fernando Corrêa da Costa, sobram opções para quem quer pular carnaval e se divertir. O interesse na festa é pequeno e o público se mostra dividido na hora de dizer se gosta ou não da folia, com uma pequena maioria que tende para o negativo. (Correio do Estado).
AMARELOU
O Azulão aquidauanense não resistiu a experiência do Cene, o amarelão da capital, e perdeu por 3 a 1 nesta quarta-feira no Morenão. A derrota do time da Princesa do Sul não foi surpresa pelo que a equipe tem apresentado neste campeonato. O elenco é fraquíssimo e se arrasta para não fazer mais feio ainda.
SEGUNDONA
Já que em 2014 nada tem dado certo ao futebol aquidauanense, resta agora a esperança de lutar para não ser rebaixado para a segunda divisão. Neste sábado, às 15h, no Estádio Mário Pinto ? Noroeste ? o Azulão tem de juntar os cacos e tentar alguma coisinha contra o Comercial. Em casa, a camisa azul sempre mereceu respeito dos adversários. Esta pode ser a motivação para torcedores, jogadores e diretoria do Aquidauanense FC.