EXECUÇÃO
Em Anastácio, Altamir Albres Barbosa, de 55 anos, foi executado com quatro balaços quando caminhava com seu irmão pela Rua Dona Joaninha, Vila Campanário. O crime foi no final da tarde de sexta-feira passada (30/05). Dois homens se aproximaram em uma motocicleta e o ?garupa? desferiu os tiros. A morte foi instantânea.
INVESTIGAÇÃO
Policiais civis iniciaram a investigação e constataram que a vítima Altamir possuía uma extensa ficha criminal. Nas décadas de 1990 a 2000 ele foi preso várias vezes. Entre os crimes estavam homicídio e furto em Aquidauana, assalto em Campo Grande, homicídio em Chapadão do Sul, tráficos de drogas e porte de arma de fogo em Costa Rica, entre outros.
INVESTIGAÇÃO I
Agora a Polícia Civil investiga se a morte de Altamir está ligada aos homicídios que ele havia praticado ou se é por conta de drogas. Sabe-se que vários membros da família dele estão ligados ao submundo do crime.
INVESTIGAÇÃO II
Em 2012, a irmã de Altamir, Adenilma Albres Barbosa, foi presa pela Polícia Civil em Anastácio. Ela escondia em sua casa, na Rua Presidente Vargas, 256 quilos de maconha que foram apreendidos juntamente com um revólver, uma moto e um VW FOX. Naquela ocasião, o marido de Adenilma, Marcos ?Véio?, conseguiu fugir, mas foi preso um ano depois em Campo Grande numa quadrilha que escondia R$ 10 mil e 230 quilos de maconha.
REICIDÊNCIA
Além das penas serem brandas, o problema é que a grande maioria dos criminosos quando sai da cadeia volta a delinquir. Para muitos, a vivência no crime é um mundo sem volta. Só Deus mesmo para transformar o coração do homem e fazê-lo uma nova criatura.
NOCIVA PONTE
É uma pena que a histórica ?Ponte Velha?, referência turística para Aquidauana e Anastácio, tenha sido nociva para a sociedade nos últimos tempos. Entre umas e outras, na semana passada uma senhora se lesionou e danificou sua motocicleta ao sofrer uma queda na travessia da ponte. Reparo no madeiramento provocou a queda da senhorita. Revoltada, a ?doninha? disse que vai buscar seus direitos.
CÂMERA
A ideia de se instalar câmeras nas vias de entradas-saídas de Aquidauana, principalmente nas pontes, sugerida pelo delegado Mário Donizete Ferraz de Queiroz e abraçada pelo vereador Corrêa Filho, deveria ser analisada com carinho e mais rapidez pelos órgãos constituídos da cidade. Os equipamentos já são comuns em comunidades preocupadas com a segurança de seu povo. Contudo, por aqui parece que há muita burocracia ou falta de interesse.
CÂMERA I
O intrigante em tudo isso é que quando querem instalar lombadas eletrônicas dotadas de câmeras, radares e outras coisinhas, parece que não há obstáculo e nem tampouco burocracia. É aquela coisa. Neste país tudo é mais ágil e desburocratizado quando a intenção é arrancar dinheiro do cidadão. Infelizmente, o negócio só funciona quando há retorno imediato aos cofres públicos.
CÂMERA II
Esquecem que o investimento em câmeras de segurança na cidade também resulta em economia para o Estado, uma vez que muitos delitos poderiam ser elucidados com mais rapidez, diminuindo assim o número de diligências, gerando economia em várias fases do trabalho da polícia de da justiça. Tá dado o recado.