Estamos no crepúsculo do ano
É tempo de fazer o balanço
Capitalizar os avanços
No retrovisor, olhando
Para ir selecionando
Os feitos de bom grado
O quanto tem melhorado
O dia a dia do povo
Romper a casca do ovo
Das entranhas do passado.
Entre todos os avanços
O que sempre vale à pena
É introduzir novas cenas
Desfazer dos velhos ranços
No final, fazer o balanço
Dos feitos realizados
Não estacionar no passado
Nem ficar a lamentar
A vida é um caminhar
Segue a marcha, soldado!
Entra janeiro e os planos
A serem desenvolvidos
Às vezes ficam perdidos
Pois, os rumos vão mudando
E a gente se perguntando
Porque nada deu certo?
Desfeitos nossos projetos
Ficamos desiludidos
Cabisbaixo, abatido
Resto de feira, um... Dejeto!
Aqui, ?somos passageiros?
A vida passa voando
Não fique se perguntando
Saia de o seu estaleiro
Entre na esquadra guerreiro
E comece a navegar
Para o sucesso alcançar
Abandone a clausura
Não aguarde a sepultura
Vendo a vida passar!
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 21/12/2012