Valdemir Gomes
Bela obra sendo construída...
No coração da Capital
Com pretexto inicial...
A preservação da vida
Bastante comprometida
De espécies pantaneiras
È piada, é brincadeira
Esta vil alegação
Se não há preservação
Na fonte... Tudo é besteira.
Ao invés da grande obra
Um suntuoso gigante
Seu valor... Exorbitante
Parece mais... Manobra
Na saúde... Mas... Pra obra
Recursos têm de montão
O povo, por inanição
Vive sempre... Enfileirado
Tem atendimento... Agendado
Morre, sem a solução!
Bela obra ao povo... Otário!
Saudosista... Prefiro o trivial!
Melhor seria, cuidar do pantanal
Da mata, ninhal, aviário
Das vazantes, corixo... Aquário
Manter a vida ao natural
O nosso paraíso colossal
Está sendo depredado
Deixar tudo confinado
Isso é licito, é legal?
Diante de tantos fornos
Humanos tingindo a tez
È balela, falácia, insensatez
Aquário um simples adorno
Talvez... Fonte de suborno
Qual será o... Xis da questão?
Em nome da preservação
Depredando, destruindo o pantanal
Povo engole esse... Mingau!
Brasil! Ta sobrando... Avião!
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 31/01/2013
FRONTEIRA
Veículo foi localizado fora da pista na região de Cabeceira do Apa; nenhum suspeito foi encontrado
EDUCAÇÃO
Provas serão aplicadas em dois domingos de novembro; mudanças na redação estão previstas apenas para 2028
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