Cidade onde moro.
Está triste abandonada.
Os buracos têm...Estrada!
Quando vejo... Triste, choro!
Por isso, ao gestor imploro:
Cumpra a sua função.
Resolva a situação.
Uma questão de princípio.
Afinal, o município...
É... Casa do cidadão!
Parece... Promiscuidade!
Verdadeiro desrespeito.
Mas... No próximo pleito!
Mudo a realidade.
Questão de dignidade...
Nossos representantes.
Atitude... Repugnante!
Não fiscaliza o gestor.
Deixa o pobre produtor...
Situação... Humilhante!
O dinheiro dos impostos...
Sobretudo o FUNDERSUL.
Eles enfiam no... Pul!
Quanta tristeza... Desgosto!
A vermelhidão no rosto.
Reflete a indignação.
A tal via de duas mãos...
Por aqui... Brincadeira!
Perde-se na buraqueira.
Em fileira... Procissão!
Diante do descalabro.
Para onde vai o cordeiro?
Antes pobres... Fazendeiros!
Nessa areia tem... Saibro!
Ao povo, pau... Caibro!
Simplesmente enganação.
Tem gente passando a mão
Dinheiro, mingau, araruta...
Agora... Voto nas putas!
Nos filhos... ?Voto mais não!?
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 22/11/2015