Valdemir Gomes
Agiu com lisura... Altivez!
Relatou todos os fatos.
Demonstrou com notas, estratos.
Do gestor... A pequenez!
Desmontou de uma vez...
A justificativa fajuta.
Deixou clara a permuta...
Uma... Verdadeira barganha!
Eta, povo que apanha...
Políticos... Filhos da fruta!
Agora... A máscara caiu!
Virou notícia... Fantástico!
Até, do indolente... Fanático!
Sua esperança... Esvaiu!
Finalmente, a ficha... Viu!
Só mentiras e engodo.
Levando recursos... “A rodo!”
Hospitais... Sucateados!
Doentes, nos corredores... Jogados!
Nesse lamaçal, só... Lodo!
O gestor em... Apuros!
Tenta encontrar saída.
As desculpas... Esvaídas!
Temos políticos... Perjuros!
Da juventude... O futuro!
Realmente... Está perdido!
Está sobrando... Bandidos!
Esta é a triste verdade.
Como... Mudar a realidade?
Todos... Estão comprometidos!
Só existe um caminho...
Digamos... Salvo conduto!
Não votar mais... Nesses putos!
Pois, ao povo... Só espinho!
Aos seus... Preparam o ninho!
E... Riem das nossas caras!
Temos que... Sair da seara!
Chega... De ser tratado otário!
Nem implorando ao vigário...
Essa ladroagem... Pára!
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 28/07/2017
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