Valdemir Gomes
Nuvens derramaram lágrimas.
Sobre a terra esturricada.
A vegetação empoeirada...
Sufocada pela enzima.
Melhora a umidade, o clima.
Natureza... Apara aresta!
Sabiá comanda a seresta.
Dá início a festança.
Renasce a esperança...
Manto verde... Empresta!
O pedreiro da floresta.
Retoma... Sua obra!
No brejo... Barro sobra!
Suspende a longa sesta.
Cada viagem... Uma festa!
Com astúcia... Galho enfeita!
Barro e capim ajeitam.
Tamanha a perfeição.
A fêmea em sujeição...
Traiu... O cárcere aceita!
A natureza é renovada
Com as lágrimas Divinas...
Conexão que combina.
Jorra bela enxurrada.
Toda beleza encubada...
Aflora num repente.
Desabrocha flor... Semente!
Desce a ribanceira.
O ronco da cachoeira...
Jorra água da nascente.
O ciclo da vida...
Numa atitude ranzinza...
Renasce das cinzas.
De maneira ousada... Atrevida!
As intemperes... Revida!
Mistérios... Grande Arquiteto!
Retoma... Novo projeto!
O verde... Manto Divino!
Obstinado... Paladino!
Perfeito como... Alfabeto!
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 13/08/2017
FRONTEIRA
Veículo foi localizado fora da pista na região de Cabeceira do Apa; nenhum suspeito foi encontrado
EDUCAÇÃO
Provas serão aplicadas em dois domingos de novembro; mudanças na redação estão previstas apenas para 2028
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