Valdemir Gomes
Tiragem de um isqueiro...
Traz doce mensagem.
Remete à imagem.
De um tempo sorrateiro.
Entendo... Sou passageiro!
Como aquele objeto.
O futuro... Não projeto!
Vivo intensamente, o agora.
Mala pronta... Vou embora!
Decide... Grande Arquiteto!
Como intrumento do... Mestre!
Registro minha passagem.
Organizo a bagagem...
Sou planta... Campestre!
Um andante... Pedestre!
Sigo minha caminhada.
Ordem... Irmão, cunhada!
Sempre... Justo perfeito!
Revejo postura... Conceitos!
Procuro deixar... Pegadas!
Aquele simples acessório.
Tinha seu próprio ritual.
Seu usuário... Intelectual!
Um poder... Persuasório!
Deixava claro... Notório!
A influência do dono.
Tal como quimono...
Marcava o indivíduo.
Na verdade... Resíduo!
Do detentor... Trono!
Marcas da infância...
Queimam como aguardente...
Separava aquela gente.
Com requintes de arrogância.
Sem modéstia... Tolerância!
Era um divisor de água.
Apartheid... Deixa mágoa!
Eta, mundo... Profano!
Em respeito ao... Soberano!
Repudio quem... Atordoa!
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 20/02/2018
FRONTEIRA
Veículo foi localizado fora da pista na região de Cabeceira do Apa; nenhum suspeito foi encontrado
EDUCAÇÃO
Provas serão aplicadas em dois domingos de novembro; mudanças na redação estão previstas apenas para 2028
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