Valdemir Gomes
Sábado de fevereiro.
Nuvens... Escondia o sol!
Galinha cacarejava no paiol.
A vida seguia o roteiro.
Galo... Garboso, matreiro!
Desfilava a bela plumagem.
Fazia a maior tietagem...
Para atrair a parceira.
A tarde descia a ladeira.
Hora de recolher a bagagem.
Carnaval... Terminara!
Seria... “Enterro dos ossos!”
Hoje... Ainda posso!
A fantasia... Prepara!
Essa chuva... Que não para!
Rio escorrendo pelas ruas.
Gestores... Verbas, falcatruas!
Ninguém ousa... Por o dedo!
Mais fácil... São Pedro!
Eleitor... A culpa é sua!
A vida volta à normalidade.
Não, para os ribeirinhos.
Como aves... Sem ninho!
Vítimas da... Insensibilidade!
Estado de calamidade...
Não soluciona o problema.
Segue... O velho dilema!
O povo... Muito solidário!
Doa alimentos... Vestuário!
Vêm recursos... Os esquemas!
Chega de... “Boi de piranha!”
Ou... Gado de sinuelo!
Lamentar, fazer apelo...
Tem que romper a entranha.
Todo ano a gente apanha...
Porém, não muda o roteiro.
Político... Mentiroso, bravateiro!
Jamais... Terá meu voto!
Esses esquemas... Derroto!
Não desisto... “Sou brasileiro!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 25/02/2018
FRONTEIRA
Veículo foi localizado fora da pista na região de Cabeceira do Apa; nenhum suspeito foi encontrado
EDUCAÇÃO
Provas serão aplicadas em dois domingos de novembro; mudanças na redação estão previstas apenas para 2028
Voltar ao topo