Valdemir Gomes
Olhos da... Poesia!
Está na curva do caminho.
Na rosa... Pelo espinho!
No mar... Maresia!
Talvez, na demagogia...
Do discurso... Político!
Mas, o eleitor crítico...
Decifra seus segredos.
No vacilo do torpedo...
O falso e o... Verídico!
Diante de cada gesto...
Um... Novo significado!
O código... Certo, errado!
Necessário ser... Modesto!
Registrar o manifesto...
O mundo... Laboratório!
Demarcar o território...
Uma atitude... Sensata!
Quanto à lei da chibata...
Antigo esse... Repertório!
Determinadas posturas...
Confundem a realidade.
A absoluta verdade...
Só Cristo nas alturas.
Acreditar em falsas juras...
Verdadeiro casuísmo.
Passos largos ao abismo...
Caminha a sociedade.
Falta sensibilidade...
Reina pacto de... Cinismo!
Sociedade... Decadente!
“Isto é fato...” Consumado!
Do comandante ao soldado...
Buscam... Mundo convergente!
Nordestino diz: “Ôxente!”
Como encontrar caminho?
Desprotegido, sozinho...
Lamenta a triste sorte.
Não basta ser... Forte!
Humano, ave sem... Ninho!
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 22/05/2018
FRONTEIRA
Veículo foi localizado fora da pista na região de Cabeceira do Apa; nenhum suspeito foi encontrado
EDUCAÇÃO
Provas serão aplicadas em dois domingos de novembro; mudanças na redação estão previstas apenas para 2028
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