Valdemir Gomes
Poeta, meu amigo...
De sapiência invejável.
Pessoa simples... Amável!
Não grafou... Pão nem trigo!
Mas, falou de morte não, jazigo.
Descreveu sobre... Putrefação!
Verdade sem ilação...
Maestria... Simplicidade!
Perguntou com sinceridade...
Cautela... Ponderação!
“Somos urubus ou hienas?”
Diante da sábia... Comparação!
“Quem tem mais compaixão?”
Discorreu de forma... Serena!
Na medida usou... Trena!
Da humilhação extrema... Morte!
Descreveu sem censura... Cortes!
Sobrevivem da miséria... Alheia!
Isso faz parte da cadeia...
É a vida sem... Recortes!
Contradizendo a enciclopédia...
Citou o respeito do urubu pela... Vítima!
Sua saudação graciosa... Legítima!
Diante da triste... Tragédia!
Saracoteia... Não faz média!
Demonstra altivez... Solidariedade!
No infortúnio da... Fatalidade!
Agradece sem insulto.
Com respeito não, tumulto...
Cautela... Serenidade!
Humanos... Hienas, bichos estranhos!
Caçoam da desgraça alheia...
Sugam o semelhante na... Veia!
Um tanto quanto... Bizanho!
Como se fosse rebanho...
Tamanha... As atrocidades!
Cometem... Barbaridades!
Em nome de um... Ideal!
Impõem macabro ritual...
Pregando falsas... Verdades!
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 04/06/2018
FRONTEIRA
Veículo foi localizado fora da pista na região de Cabeceira do Apa; nenhum suspeito foi encontrado
EDUCAÇÃO
Provas serão aplicadas em dois domingos de novembro; mudanças na redação estão previstas apenas para 2028
Voltar ao topo