Valdemir Gomes
Contemplar a natureza.
Semear a esperança.
O sorriso da criança...
Jamais perda a pureza.
Com carinho, sutileza...
Seja o amor... Reluzente!
Respeito ao ambiente...
Sinônimo de... Humildade!
Dá à vida, qualidade...
Cultivar melhor... Semente!
Diante das intemperes.
Preciso rever... Conceitos!
Reavaliar meus feitos.
A cautela sempre... Impere!
Quem a natureza, fere...
Pagará um alto preço.
Preserve seu... Endereço!
Cuide do seu... Cantinho!
Os que semeiam espinhos...
Abomino, não... Reconheço!
Mundo triste... Insalubre!
Está sobrando... Barbárie!
Qual um dente com cárie...
Novo rumo... Vislumbre!
Pois, torná-lo salubre...
É um belo... Desafio!
Desassorear os rios...
Será um bom começo.
Não quero pagar o preço...
De pensar dá... Calafrios!
Misturaram-se as estações...
Fundiu... Verão inverno!
Humano se diz... Moderno!
Mas... Exala ambições!
Provoca essas inversões...
Julga-se “o cara...” Evoluído!
Na verdade está perdido...
Com seu sórdido... Argumento!
Em nome do desenvolvimento...
Está vazio... Poluído!
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 07/06/2018
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