Valdemir Gomes
Volta à velha realidade.
É preciso encarar a rotina.
Não permita que alguém defina...
Novas regras à sociedade.
Diante de tantas atrocidades.
Desse governo golpista.
Maldade... Uma lista!
Retomar a caminhada.
Não reeleger essa cambada...
Reatores... Parasitas!
A crise se agiganta...
Sociedade sem... Rumo!
“Levar vantagem...” Insumo!
Atrocidades são... Tantas!
Nessa o futuro... Suplanta!
Sinal de... “Terra arrasada!”
Passos firme rumo ao nada.
Assim, definha o País.
Povo triste... Infeliz!
No comando uma... Cambada!
Volta... “Tapinha nas costas!”
Velho sorriso... Matreiro!
Desalmados trapaceiros...
Mesmas promessas... Propostas!
Nas urnas... Dê a resposta!
Basta de ser... Otário!
Mande este mercenário...
À “ponte que... Caiu!”
Queremos outro... Brasil!
Basta... Parasita sanguinário!
Está sobrando... Cinismo!
Vergonha classe... Política!
Fazer uma autocrítica...
Frear esse... Casuísmo!
Passos largos rumo... Abismo!
Povo... Massa de manobra!
Migalhas... Ração sobras!
Como gado... Tratados!
Falso moralista... Aloprado!
Com certeza, não... Dobra!
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 08/07/2018.
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