Valdemir Gomes
A voz estridente da saudade.
Cantando uma música antiga.
O refrão dizia siga...
Se me amas de verdade.
Achei uma afronta... Maldade!
O tilintar do coração...
Abriu a porta... Portão!
O amor melhor insumo.
Encontrei caminho... Rumo!
Como a nota da canção.
Os olhos lacrimejaram...
Tamanha foi à emoção.
Misturada à reação...
Sentimentos... Destilaram!
Como cachoeiras desaguaram...
Uma verdadeira torrente.
Persisti seguir em frente...
Com a alma em pedaços.
Num repente, seu abraço...
Veio à baila na... Mente!
Uma mistura estranha...
Parece vinda do... Além!
Da situação... Refém!
Coração não bate... Apanha!
Os sentidos implodem... Assanha!
Caminhos viram... Atalho!
O peito guarda um chocalho.
Sem rumo busco roteiro.
As lagrimas no travesseiro...
Escorrem como... Orvalho!
Diante da inusitada cena...
Um tanto quanto perdido.
Aguça até a... Libido!
Carência total... Plena!
Impossível medir com trena...
A distância percorrida.
Eta tristeza... Atrevida!
Ousa ocupar... Espaço!
Sinto-me preso no laço...
Difícil ser... Removida!
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 26/08/2018
FRONTEIRA
Veículo foi localizado fora da pista na região de Cabeceira do Apa; nenhum suspeito foi encontrado
EDUCAÇÃO
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