Valdemir Gomes
É possível imaginar...
Permitir tanto retrocesso.
Passado abre... Abcesso!
Nada de... Procrastinar!
Permitir a mente... Bolinar!
Aceitar palavras de efeito...
Um despreparado... Sujeito!
Propostas que dão... Azia!
Meu velho avô... “Dizia!”
Vai abandonar o... Pleito!
Um texto com dez linhas...
Pelo visto... Incapaz de produzir!
Tanta ignorância... Faz-me rir!
Parece mais... Galo de rinha!
É um saco sem... Farinha!
Vendedor de falsas... Ilusões!
Sem nexo, contradições...
Permeiam seu repertório.
Vergonhoso... Vexatório!
No popular... “Sem condições!”
São tantas barbaridades...
Eta “cabra...” Pervertido!
Palavras sem... Sentido!
Beiram à calamidade.
Sua representatividade...
Digamos... Vergonhosa!
Propostas... Perniciosas!
Destiladas... Soltas ao vento!
Não alcançará seu intento...
Com atitudes desrespeitosas.
O povo em profunda letargia...
Parece está... Hipnotizado!
De repente amanteigado...
Doença grave... Virologia!
Besteirol, asneiras... Apologia!
Grande Arquiteto... Clemência!
Ao pregar defender a violência...
O mundo fica... Pequeno!
Provar do próprio veneno...
Tenha... “Santa paciência!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 29/08/2018
FRONTEIRA
Veículo foi localizado fora da pista na região de Cabeceira do Apa; nenhum suspeito foi encontrado
EDUCAÇÃO
Provas serão aplicadas em dois domingos de novembro; mudanças na redação estão previstas apenas para 2028
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