Valdemir Gomes
Fala deselegante do ministro...
Sobre a tragédia... Museu!
A alma do povo... Ardeu!
Seu comentário sinistro.
Meu protesto aqui... Registro!
Tamanha falta de respeito.
Como é despreparado... Sujeito!
Disse: “estão chorando as viúvas!”
Tapa na cara... Sem luvas!
Daremos o troco no... Pleito!
Não respeita a sociedade.
Trata o povo... Capanga!
Sem argumentos, se zanga...
Detesta ouvir a verdade.
Que triste calamidade...
Daqui, se diz... Representante!
Respostas desconcertantes...
Fazem parte do seu repertório.
Envergonha nosso Território...
Postura vil... Deselegante!
Vamos guardar na... Caixinha!
Resposta... Daremos nas urnas!
Eleitores dos grotões e furnas...
Que moram no fim da... Linha!
Estão assando na... Chapinha!
Esses malas... “Sem alças!”
Do eleitor tira as... Calças!
Jamais, esperança, dignidade.
Diante de a... Necessidade!
A autoestima... Realça!
Felizmente... Outubro chegando!
A gente conhece o caminho.
Acabou o velho... Jeitinho!
Aqueles que vivem morgando...
Continuam se... Achando!
Chegaram ao fim da linha.
Sem brasas na... “Sardinha!”
Secou o leite do... Prato!
Não, alimento, aos ratos...
Calma, é só... “Cabecinha!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 07/09/2018
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