Valdemir Gomes
Da janela observando...
Como o povo se comporta.
A sua ideia... Aborta!
Vai logo negociando...
Políticos apoio... Comprando!
Combustível aperitivo...
Deixa colar adesivo...
A troco de... Migalhas!
Onde está a falha?
Futuro torna... Abortivo!
Os candidatos já conhecem.
Seu cativo eleitorado...
Vota a troco de... Agrado!
O sistema... Permanece!
Não vale promessas... Prece!
O “cabra” é... Reeleito!
Infelizmente... Desse jeito!
Teremos pouco a fazer.
Enclausurados no poder...
Dinheiro... Desvia a eito!
Reconduzido ao mandato.
Com votação expressiva.
Arrogante... Postura agressiva!
Reorganiza o velho aparato.
No currículo... Peculato!
Justiça simplesmente... Ignora!
O lado perverso... Aflora!
Legisla em causa própria!
Mantem a mesma... Pilhéria!
O que estava ruim... Piora!
Assim as velhas... Raposas!
Perpetuam-se no... Poder!
Logo começa... Exceder!
Aquela atitude... Bondosa!
De maneira impetuosa...
Retoma antigos esquemas.
Ao eleitor volta o dilema...
Não aprendeu a lição!
Continua na mesma aflição.
É necessidade... Extrema!
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 18/09/2018
FRONTEIRA
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Provas serão aplicadas em dois domingos de novembro; mudanças na redação estão previstas apenas para 2028
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