Valdemir Gomes
A vida é uma tela.
Memória, registro, retrato!
O povo gosta de fatos...
Que descreve a vida, bela!
O desfilar na passarela
Sempre chama atenção!
Quando descrito em refrão
O trágico, fica agradável!
Torna o amargo, palatável!
Qual um suco de limão.
Grafo o cotidiano...
Para o povo refletir
Chutar o balde, reagir!
Deixar de ser altivo, profano!
Um forasteiro cigano
Pelo sistema tratado...
Como simples agregado.
Fazer parte do conselho...
Agir qual um pentelho:
Território... Demarcado!
É preciso mudar regras!
Uma nova ordem social
O bem vencendo o mal
Extermine ideias piegas
O País não é bodega
Saia de sua choça
Humano não é palhoça
Mostre ter mais valia
Exercite a cidadania
Refute canga, carroça!
Às futuras gerações...
Um mundo diferente
Depende da gente
Produzir os embriões
No pleito, nas eleições...
Faça valer, seu direito!
Não eleja sujeito...
Extirpe... Fichas sujas!
Os morcegos e corujas!
Brasil! Ainda tem jeito.
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 12/03/2019
Capacitação
Capacitação será realizada entre os dias 28 e 30 de setembro; vagas são limitadas
Saúde
Materiais serão utilizados em atendimentos de fisioterapia e psicologia; ação busca aumentar os recursos disponíveis na rede especializada
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