Valdemir Gomes
Pode mudar roteiro.
Quando esquece o projeto.
Quanto ao lícito... Correto!
Defenda sempre o verdadeiro.
Chaga de firula... “Bravateiro!”
Pois isso, não... Acrescenta!
Só irrita qual... Pimenta!
Deixa os ânimos exaltados.
Trabalhadores... Explorados!
Juro que ninguém... Aguenta!
Estamos meio sem rumo.
Diante de tanta... Balela!
Querem fechar a cancela...
Retirando todo... Insumo!
Digo, a vida sai do prumo...
Descamba da rota... Trilho!
Para sustentar o filho...
Salário digno... Emprego!
Do contrário pede... Arrego!
Licitude perde... Brilho!
Assim... Descaminha a humanidade!
Isto é... “Fato consumado!”
Do comandante ao soldado...
Perde... Respeito dignidade!
A base da sociedade...
Segue regras... Parâmetros!
Circunferência... Diâmetro!
A normalidade, seu fluxo...
Todo excesso... Refluxo!
Quanto à distância... Odômetro!
A sociedade... Perplexa!
Entra na rota “do tinha...”
Invés de orações... Arminha!
Uma postura... Complexa!
Sem contato, desconexa...
No tomate falta... Extrato!
Percebe vazio... Prato!
Balela, simples... Promessa!
Reforma, não... Interessa!
Trabalhador paga... “Pato!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 20/03/2019
FRONTEIRA
Veículo foi localizado fora da pista na região de Cabeceira do Apa; nenhum suspeito foi encontrado
EDUCAÇÃO
Provas serão aplicadas em dois domingos de novembro; mudanças na redação estão previstas apenas para 2028
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