Valdemir Gomes
Criança de outrora...
Quando visito o Pulador.
Ligo as turbinas... Motor!
No coração... Alma chora!
Ontem presente no agora.
Sinto cheiro da... Infância!
Mistura tempo... Distância!
No berço da saudade... Deito!
Tudo fica... Justo perfeito!
Quanta simplicidade... Elegância!
Recordo a mata virgem...
Cheiro de terra... Molhada!
No peito sinto... Agulhada!
Tristeza causa... Vertigem!
É bom voltar às origens...
Sentir o sorriso da... Manhã!
Ouvir o canto do... Acauã
O desabrochar da rosa.
A perereca chorosa...
Na folha do... Avelã!
Tomava banho de açude...
Onde lavei meu sorriso.
Entrada do... Paraíso!
Das canelas tirava... Grude!
Uma inocente... Atitude!
Nadava com os patos.
Os domésticos... “Do mato!”
Em perfeita... Harmonia!
Ao final, de mais um... Dia!
Mamãe dava... Ultimato!
A velha casa de farinha...
Demoliu as paredes do forno.
Apenas o fuso como... Adorno!
A prensa... Corroidinha!
Antiga roça... Capoeirinha!
Surge na retina da... Memória!
Um momento de glória...
O canto estridente do sabiá.
Comia da castanha... “Mandruvá!”
Está é minha... “História!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 07/04/2019
FRONTEIRA
Veículo foi localizado fora da pista na região de Cabeceira do Apa; nenhum suspeito foi encontrado
EDUCAÇÃO
Provas serão aplicadas em dois domingos de novembro; mudanças na redação estão previstas apenas para 2028
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