Valdemir Gomes
Digo...
O céu será... Limite!
Para o sonho... Poeta!
Até tsunami... Acarreta!
Ao provar, pequeno... Existe!
Cola, prego... Arrebite!
Expor, pensamento... Repertório!
Causa, tempestade... Auditório!
Sem medo... “Justo, perfeito!”
Defende regras... Conceitos!
Aliás, detesta... “Parlatório!”
A sociedade... “Capitalista!”
Sempre, prioridade... “Ter!”
Palavra em voga... “Poder!”
Como justificativa... “Lista!”
Obstrui caminhos... “Pistas!”
Pois, detesta, seus... “Oponentes!”
Próximo, não parceiro... “Concorrente!”
Encarado, visto... “Ameaça!”
Tritura, destrói, regaça...
Afinal, o cara... “Competente!”
Surge, Corona Vírus...
Todos iguais, mesmo... “Nível!”
À classe... “Isso, terrível!”
Agora, cabisbaixos... “Jururus!”
Tentam encontrar... “Gurus!”
Perdem rumo... Em aflição!
Agem verdadeiros, sem... “Noção!”
Assim, gestor tem... “Pressionado!”
Exploram, lei de mercado...
Nas alturas, preço... Alimentação!
Pobre, entra em desespero...
Observa, dispensa... “Vazia!”
Só por Cristo... “Ave Maria!”
Como suportar... “Vespeiro!”
Mês segue, acabou... “Dinheiro!”
No popular não tem... “Cascalho!”
Nada de coringa... “Baralho!”
Diante do insólito... “Momento!”
Roga, proteção, livramento...
Única saída, volta.... “Trabalho!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 20/09/2020
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