Valdemir Gomes
Ao...
Caminhar no crepúsculo...
Ouvindo som orquestra... Madrugada!
Aliás, fazem solene... Alvorada!
Meu dia, belo... Maiúsculo!
Agradeço, lendo... Versículos!
Coloco tênis... Apetrechos!
Traço itinerário... Trecho!
Cronômetro, tempo... Metódico!
Sigo, caminhar ecológico...
Latinhas descartadas não... “Deixo!”
Encontro pessoas pelo... Caminho!
Cumprimento, às vezes... Conheço!
Por todos, grande... Apreço!
Com mesmo, biótipo... “Gordinhos!”
Seguem regras sanitárias... Direitinho!
Sempre cautelosos... Precavidos!
Máscara, rosto, parte... Escondido!
Um tanto quanto... Desconfortável!
Eta, Corona Vírus, miserável...
Fôlego fica... “Comprometido!”
Andando, acostamento, enfileirados...
Precaução, exige... Momento!
É praxe manter... Distanciamento!
Cuidado, não ser... Atropelado!
Caminhar, contra... “Recomendado!”
Assisto orvalho... Deslizando!
Flores, num repente... Desabrochando!
De imediato, recebe... “Visita!”
Beija flor, garbosa, bonita...
Suavemente, pólen... “Fecundado!”
Sopra vento calmo... “Umedecido!”
Ainda estrelas no... Firmamento!
Amor, aflora... Sentimentos!
Seu turno quase... Vencido!
Surge sol, imponente... Envaidecido!
Seus raios, descortinam... Horizontes!
Abusado, dilacera, útero... Monte!
Assim, concluo... Percurso!
Desfruto, naturais, recursos...
Sigo, trabalho, servindo... “Ponte!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 22/09/2020.
Saúde
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