Valdemir Gomes
Talvez...
Meu enrugado... Sorriso!
Denuncia marcas... Anos!
Desenganos, abortados... planos!
Porém, reiniciar... Preciso!
Compromisso construir... Paraíso!
Na labuta, bate... “Apanha!”
Esta ousada... Façanha!
Sempre me expõe... Perigo!
Como ponte, pontos, religo...
Tento desvendar mistérios... Entranhas!
Analisando escolha do povo...
Concluímos; infelizmente... Errada!
Brasil, descendo as... Escadas!
Trabalhador sem emprego, mistura... “Ovo!”
Bravateiro, insano, não... “Louvo!”
Para piorar... Pandemia!
Assim, na real, cuíca... “Chia!”
Sem rumo, grande...”Divã!”
O que será do amanhã...
Povo, manada sem... “Guia!”
Haveremos, encontrar... Caminhos!
Grande Arquiteto... “Esperança!”
Quanto ao gestor... Lambança!
Dissemina discórdia... Espinhos!
País, casa, abrigo... “Ninho!”
Para governar, precisa... “Projeto!”
Chega de falar, exaltar... “Desafeto!
Continua procurando... Culpados!
Pantanal, Amazônia, queimados...
Faltando alguém, justo... “Correto!”
“Como errar é humano...”
Há tempo para... “Corrigir!”
Eleições municipais, por... “Vir!”
Não cometeremos o mesmo... “Engano!”
Inté gestor, promíscuo... “Tirano!”
Usando máquina, busca... “Pleito!”
Nosso voto, dará... “Jeito!”
Mandaremos de volta... “Casa!”
Desocupa, cadeira, vaza...
Claro, não voltará... “Reeleito!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 23/09/2020.
FRONTEIRA
Veículo foi localizado fora da pista na região de Cabeceira do Apa; nenhum suspeito foi encontrado
EDUCAÇÃO
Provas serão aplicadas em dois domingos de novembro; mudanças na redação estão previstas apenas para 2028
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