Valdemir Gomes
A...
Cada novo... Amanhecer!
Surge sol, atrás... Montanha!
Seus raios, floresta... Banha!
Assim, Cristo dá... Parecer!
Num repente, faz... Acontecer!
Sabiá, comanda... Orquestra!
Coordena solene... Palestra!
Seguindo belo... Ritual!
Gado em torno, curral...
O amor, sorriso... Adestra!
Neste mundo conturbado...
Só mudança... Permanente!
Preparar, semear... Semente!
Compromisso, cumprir... Legado!
Para missão... Empenhado!
Registro, como posso... Enredo!
Não basta acordar... Cedo!
Atitude, coragem... Labuta!
Encare, lealdade, disputa...
Se necessário, supere... Medo!
Povo refém de bravateiros...
Muitos, desconhecem... Pasta!
Assistimos, nocivos... Castas!
Infelizmente, alheio... Roteiro!
País, grande circo... Picadeiro!
Caminhamos, direção... Retrocesso!
Tão sonhado... Progresso!
Virou, indecente gesto... “Arminha!”
Viramos sociedade do tinha...
Proteção ao Grande Arquiteto... “Peço!”
Aquele meigo olhar... Criança!
Está realmente, perdendo... Brilho!
Recolocar vidas, nos trilhos...
Um basta nessas... Lambanças!
Gestor, hipocrisia... Avança!
Sem projeto, vemos... “Bolhas!”
Mas, eleições, tempo... “Escolhas!”
Julgaremos, pelos... “Feitos!”
Querendo ser reeleito...
Mau político, eleitor... “Trolha!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 28/09/2020
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